Cãotinho do Labrador

Duvida sobre registos

Iniciado por Bark em 19 de janeiro de 2008 · 14 mensagens

Arquivo do fórum (2003–2018), só de leitura. As conversas continuam na comunidade.
  1. Uma situação hipotética...

    Eu sou francesa (p.ex.) e estou a residir em Portugal. Compro um cachorro e é-me dado o LOP. Entretanto, mudo-me para o meu país, e quero expor o meu cão por lá.

    Ora, em França e penso que também na Alemanha, o registo só é atribuido ao cão depois de este ser avaliado por um juiz.

    Neste caso, como devemos procecer para obter o LOF?

  2. Bark escreveu:Uma situação hipotética...

    Eu sou francesa (p.ex.) e estou a residir em Portugal. Compro um cachorro e é-me dado o LOP. Entretanto, mudo-me para o meu país, e quero expor o meu cão por lá.

    Ora, em França e penso que também na Alemanha, o registo só é atribuido ao cão depois de este ser avaliado por um juiz.

    Neste caso, como devemos procecer para obter o LOF?


    Mas se um expositor português quiser expor o seu cão em França, não necessita de obter o LOF, assim como se um expositor francês quiser expor o seu cahorro aqui, também não necessita obter o LOP.

    Agora, se quiser registar o cachorro em França (obter o LOF), bastará, à partida, tratar da papelada no clube de lá equivalente ao Clube Português de Canicultura de cá.

    Penso que é assim. Se não for, corrijam-me 😉

  3. Desconheço completamente este assunto,mas talvez o cpc possa dar uma ajuda!

  4. CasadelMar escreveu:
    Bark escreveu:

    Agora, se quiser registar o cachorro em França (obter o LOF), bastará, à partida, tratar da papelada no clube de lá equivalente ao Clube Português de Canicultura de cá.

    Penso que é assim. Se não for, corrijam-me 😉

    Já andei a ver e para além da transferência dos papeis os cachorros têm que ser avaliados por um expert

    http://www.scc.asso.fr/mediatheque/Form ... IMPORT.pdf

  5. Pineland - Alcides19 de janeiro de 2008 · #5

    Olá Pessoal,
    Até onde eu sei, aqui no Brasil, basta dar entrada na papelada.
    O pedigree de outro pais desde que filiado a FCI é válido.

  6. Eu também comecei por pensar como o Alcides...se todos estes países pertencem à FCI os critérios devem ser os mesmos. Só que não são.

    E França, pelo que vi e no caso do Labrador, os cachorros têm um registo provisório . Aos 12 meses são avalaidos numa expo por um juiz. O LOF (definitvo) só lhes é atribuido caso tenham uma boa avaliação.

    Este método estende-se a cachorros estrangeiros que pretendam ser registados no LOF. Este tipo de medida penso que tenha como objectivo a selecção de reprodutores. Como só os melhores têm direito ao LOF, só os melhores estão aptos para reprodução.

    Estes clubes de cinofilia desenvolvem o seu trabalho em conjunto com clubes de raça e clubes regionais, o que lhes possibilita ter tudo muito mais controlado, tanto a nível de morfologia, como de carácter (mantêm a vertente trabalho), como de saúde uma vez que nos próprios registos figuram os despiste de doenças mais comuns a cada raça.

    Penso que este tipo de medidas deviam ser também tomadas por cá. Já que se copiam leis um pouco absurdas, podiam igualmente copiar medidas deste género.

    Tanto o CPC como o RCP têm muito a aprender com os seus congeneres estrangeiros.

  7. Bark escreveu:Eu também comecei por pensar como o Alcides...se todos estes países pertencem à FCI os critérios devem ser os mesmos. Só que não são.

    E França, pelo que vi e no caso do Labrador, os cachorros têm um registo provisório . Aos 12 meses são avalaidos numa expo por um juiz. O LOF (definitvo) só lhes é atribuido caso tenham uma boa avaliação.

    Este método estende-se a cachorros estrangeiros que pretendam ser registados no LOF. Este tipo de medida penso que tenha como objectivo a selecção de reprodutores. Como só os melhores têm direito ao LOF, só os melhores estão aptos para reprodução.
    Estes clubes de cinofilia desenvolvem o seu trabalho em conjunto com clubes de raça e clubes regionais, o que lhes possibilita ter tudo muito mais controlado, tanto a nível de morfologia, como de carácter (mantêm a vertente trabalho), como de saúde uma vez que nos próprios registos figuram os despiste de doenças mais comuns a cada raça.

    Penso que este tipo de medidas deviam ser também tomadas por cá. Já que se copiam leis um pouco absurdas, podiam igualmente copiar medidas deste género.

    Tanto o CPC como o RCP têm muito a aprender com os seus congeneres estrangeiros.

    Isto é o que se chama um excelente critério! Se o nosso orgão suberano, considerasse trabalhar segundo estes requisitos, não haveria tanto cão "puro" (aka com LOP) completamente fora do Estalão a fazer cruzas e a dar dinheiro aos "criadeiros"!

  8. Eu acho que essa lei não sao só rosas...

    ora vejamos em portugal com a capacidade media financeira das pessoas, comprar um cao de um excelente criador, não e comportavel, quem hoje em dia compra esse tipo de cao iria continuar a comprar e quem esta limitado economicamente onde iria recorrer?

    facil... era ver os criadores de casa que cruzam os caes com o da vizinha a aumentar exponencialmente, e provavelmente nao se ia chegar aos multiplicadores da forma desejada.

    O que se deveria fazer a meu ver eram dois certificados. O LOP mantinha-se pois simlesmente e um registo de como o cao tem sempre ancestrais da mesma raça, e depois haveria outra que era atribuido depois de comparecer numa exposiçao para ganhar o certificado de "habilitaçao para reproduçao", uma possibilidade seriam os outros caes terem de ser castrados (mas nao sei as implicaçoes disso por isso e apenas uma farta para o ar).

    Desse modo tendo dois certificados poder-se-ia atestar a legitimidade da linhagem e da aptidao pra reproduçao segundo o estalao da raça, ou mesmo a emissao de um documento unico onde apos a passagem na verificaçao, seja alterado o documento do LOP onde figure apto pra reproduçao.

    Depois seria das pessoas quererem ou nao ir por ai, mas uma coisa e certa estava-se a evitar a cruzamento totalmente descontrolado, e que mesmo com ambos os caes com LOP a coisa nao corre bem... se nao ouvesse nada entao... eram 4 anos e era tudo rafeiros.

  9. Pineland - Alcides20 de janeiro de 2008 · #9

    Olá Pessoal,
    Isso que eu chamo de Cinofilia (Canicultura para vcs) levada a sério.

  10. X_Ice_X escreveu:Eu acho que essa lei não sao só rosas...

    ora vejamos em portugal com a capacidade media financeira das pessoas, comprar um cao de um excelente criador, não e comportavel, quem hoje em dia compra esse tipo de cao iria continuar a comprar e quem esta limitado economicamente onde iria recorrer?

    Eu acho que em relação ao que aqui diz, Nuno, ter um cão não é própriamente barato. O problema é que existem milhares de pessoas que antes de os ter não imaginam os gastos que eles dão e das responsabilidades que acarretam e depois é o que se vê... canis a transbordar de cães abandonados. Portanto, na minha opinião, quem está limitado económicamente não tem condições para ter um cão...

    X_Ice_X escreveu:facil... era ver os criadores de casa que cruzam os caes com o da vizinha a aumentar exponencialmente, e provavelmente nao se ia chegar aos multiplicadores da forma desejada.

    E como esta situação, que mesmo sem a força da lei, existe em grande escala, é que a vigilância dos orgãos competentes deveria ser deveras rigorosa! Acabar com os que ao longo dos anos estão a produzir cães doentes e ilegítimos e que o fazem para ganhar uns trocos por ano fugidos aos impostos!

    X_Ice_X escreveu:O que se deveria fazer a meu ver eram dois certificados. O LOP mantinha-se pois simlesmente e um registo de como o cao tem sempre ancestrais da mesma raça, e depois haveria outra que era atribuido depois de comparecer numa exposiçao para ganhar o certificado de "habilitaçao para reproduçao", uma possibilidade seriam os outros caes terem de ser castrados (mas nao sei as implicaçoes disso por isso e apenas uma farta para o ar).

    Não entendo muito bem este ponto de vista... O registo no LOP é um comprovativo da raça do cão. Todos os cães que não estiverem registados no Livro de Origens Português, são rafeiros... E por isso é que o que a Maria João exemplificou anteriormente, faz todo o sentido, porque só têm direito ao LOF (naquele caso), todos os cães que estiverem aptos, portanto, dentro do estalão da raça, para assim continuarem a prosperá-la! E como comprová-lo? Indo a exposições, sendo avaliados por Juízes.

    X_Ice_X escreveu:Desse modo tendo dois certificados poder-se-ia atestar a legitimidade da linhagem e da aptidao pra reproduçao segundo o estalao da raça, ou mesmo a emissao de um documento unico onde apos a passagem na verificaçao, seja alterado o documento do LOP onde figure apto pra reproduçao.

    Só o LOP pode atestar a legitimidade da raça. Mas como em Portugal não existe o rigor do exemplo Francês é que vemos por aí muitos cães com LOP completamente fora do Estalão. Só os grandes exemplares estariam aptos para reprodução e ao encargo dos verdadeiros criadores. Uma vez mais concordo a 100% com o exemplo Francês!

    X_Ice_X escreveu:Depois seria das pessoas quererem ou nao ir por ai, mas uma coisa e certa estava-se a evitar a cruzamento totalmente descontrolado, e que mesmo com ambos os caes com LOP a coisa nao corre bem... se nao ouvesse nada entao... eram 4 anos e era tudo rafeiros.

    As pessoas deveriam ter uma só opção! Aquela que estaria na Lei! Adquirir cães puros, perfeitos segundo os parâmetros da raça, e sujeitas a fiscalizações em caso de cruzamentos!

  11. Primeiro que tudo e pena q penses assim, ter um cão nao e algo elitizante, nao e destinado a uma classe social elevada, ou a este ou aquele. digam o que disserem largar 700€ nao e pera doce, porem a raçao e visitas a vet, com algum controlo e possivel sustentar pela familia de classe media.

    NunoS@rdine escreveu:
    X_Ice_X escreveu:O que se deveria fazer a meu ver eram dois certificados. O LOP mantinha-se pois simlesmente e um registo de como o cao tem sempre ancestrais da mesma raça, e depois haveria outra que era atribuido depois de comparecer numa exposiçao para ganhar o certificado de "habilitaçao para reproduçao", uma possibilidade seriam os outros caes terem de ser castrados (mas nao sei as implicaçoes disso por isso e apenas uma farta para o ar).

    Não entendo muito bem este ponto de vista... O registo no LOP é um comprovativo da raça do cão. Todos os cães que não estiverem registados no Livro de Origens Português, são rafeiros... E por isso é que o que a Maria João exemplificou anteriormente, faz todo o sentido, porque só têm direito ao LOF (naquele caso), todos os cães que estiverem aptos, portanto, dentro do estalão da raça, para assim continuarem a prosperá-la! E como comprová-lo? Indo a exposições, sendo avaliados por Juízes.

    segundo sei Nuno, o LOP assegura que o cão mantem certos traços gerais, mas nao assegura, que as deficiencias geneticas sao tidas em conta, nem que os cruzamentos visam o suposto "melhorar" da especie, e isso sao visoes q nao se podem impor, uns criadores acham q o certo e assim e outros assado, uns gostam mais deles mais fortes e outros mais esguios, o estalao nao e fixo de tal maneira q nao haja nenhum desvio.

    Em relaçao a lei, da maneira que estas a dizer, desde que existem caes vadios, e impossivel controlar os caes sem registo, podes sempre dizer q o encontraste na rua e fizeste uma boa acçao, a nao ser a se abatam os caes vadios indicriminadamente... penso q nao e esta a ideia.

    Quem quer definitivamente apurar a raça ao maximo encontraria neste papel o seu certificado e quem se preocupa com essas questoes estaria mais assegurado.

    Nem todos querem um cao de expo, e muita gente olha pra este tipo de opiniao do melhorar a raça com uma enorme gargalhada, pois se for-mos ver o LOP so por si devia assegurar os genes dominantes da raça e isso sim iria assegurar a manutençao da raça. O que se passa sao escolhas, e cruzamnetos cruzados, para se obter o que um dia foi idealizado como o ideal para aquele cão.

    A genetica nao tem enganos, e passados X geraçoes de cruzamentos entre caes puros os que vem ao de cima maioritariamente sao os da raça, obvio q tudo isto pode ser questionado. E posto em causa basta um cae ter um rafeiro na sua arvore geneologica, e esse gene pode manter-se, mas se formos por ai.... nem sei!!!

  12. X_Ice_X escreveu:O que se deveria fazer a meu ver eram dois certificados. O LOP mantinha-se pois simlesmente e um registo de como o cao tem sempre ancestrais da mesma raça, e depois haveria outra que era atribuido depois de comparecer numa exposiçao para ganhar o certificado de "habilitaçao para reproduçao", uma possibilidade seriam os outros caes terem de ser castrados (mas nao sei as implicaçoes disso por isso e apenas uma farta para o ar).

    Nuno, o real sentindo do pedigree (LOP) de um cão é o seguinte:
    Que ele é oriundo de um cruzamento entre cães de mesma raça e que estão integralmente dentro do padrão da raça.

    Com a banalização do pedigree por falta de fiscalização dos clubes não é mais isso que se vê, já que é comum ser perguntado se determinado cão com pedigree é realmente puro. Hj do jeito que a coisa está, ter pedigree não quer dizer mais nada.

    Com o exemplo frances, vc tem soluções até para acertar problemas que podem existir dentro de cruzamentos entre cães realmente puros.
    Como um dos exemplo falo do Labrador Dudley.
    Na França, esse cão não teria o seu pedigree definitivo, já que ele ficou fora do padrão da raça, pelo cruzamento errado que o produzio.
    Um cão desses, seja aí em Portugal ou aqui no Brasil estaria com o pedigree definitivo e seria um dos cães que vc perguntaria se ele é mesmo puro mesmo tendo pedigree.

    Portanto, corretissimo o procedimento na França, isso é fiscalização.

    X_Ice_X escreveu:
    Desse modo tendo dois certificados poder-se-ia atestar a legitimidade da linhagem e da aptidao pra reproduçao segundo o estalao da raça, ou mesmo a emissao de um documento unico onde apos a passagem na verificaçao, seja alterado o documento do LOP onde figure apto pra reproduçao.

    De uma certa forma na França é assim. Lá vc tem o pedigree provisório e o definitivo.
    O provisório atesta que o cão vem de um cruzamento entre cães da mesma raça sendo totalmente dentro do padrão da raça e o pedigree definitivo atesta que esse mesmo cão poderá figurar dentro da reprodução.
    Só que nas entrelinhas o que isso quer dizer é que os pais da ninhada já tendo passado por esse tipo de controle, tem um filhote que já na idade de ter o pedigree definitivo e não o tem, já mostra que algo está errado em relação aquele filhote, mesmo que seja a falta de interesse do proprietário em aferir a qualidade do seu cão.

    Agora pensando mais sobre esse tipo de assunto fica a dúvida no ar.
    Como é interpretado por lá o cruzamento entre cães que tenham pedigrees provisórios??? Ou entre 1 que tenha o definitivo e o outro provisório??

    X_Ice_X escreveu:Depois seria das pessoas quererem ou nao ir por ai, mas uma coisa e certa estava-se a evitar a cruzamento totalmente descontrolado, e que mesmo com ambos os caes com LOP a coisa nao corre bem... se nao ouvesse nada entao... eram 4 anos e era tudo rafeiros.

    Quase que posso garantir a vc que lá mesmo assim tb existem esses tipos de problema.
    Os cruzamentos errados, não são causas e sim consequencias de um mercado que não se informa antes de comprar.
    A pessoa que se informa e estuda antes de comprar, não compra de um criadeiro.
  13. X_Ice_X escreveu:Nem todos querem um cao de expo, e muita gente olha pra este tipo de opiniao do melhorar a raça com uma enorme gargalhada, pois se for-mos ver o LOP so por si devia assegurar os genes dominantes da raça e isso sim iria assegurar a manutençao da raça. O que se passa sao escolhas, e cruzamnetos cruzados, para se obter o que um dia foi idealizado como o ideal para aquele cão.

    Vc falou uma grande verdade. E é exatamente por causa dessa forma de pensar que está essa bagunça toda, a quebra de credibilidade sobre o pedigree e a quantidade de multiplicadores e criadeiros em todo o lugar.

    Tudo bem que existam pessoas que não querem ter um cão de exposição, mas todo cão que tenha pedigree tem de poder frequentar uma exposição. Até pq mesmo ele não tendo sido escolhido o Melhor da Raça não quer dizer que ele esteja fora do padrão da raça.
    Uma exposição Nuno, o cão escolhido é aquele que mais se aproximou do "ideal" do padrão da raça na visão daquele juiz, já que o julgamento é subjetivo pois todos aqueles cães estão dentro do padrão, só que alguns mais outros menos dentro da "perfeição".

    Ter um cão não deve mesmo ser um ato eletista, mas ter um cão é a mesma coisa que vc ter mais um membro na família em todos os sentidos até mesmo no monetário. Da mesma forma que vc planeja o nascimento do filho pra quando vc tenha condições de mante-lo, deve ser feita a mesma coisa na hora de se adquirir um cão. Só que um cão, digamos é um cão pra algumas pessoas e aí não entra nessa otica.

    Todas as coisas na nossa vida tem um valor, todas, seja ela a mais corriqueira, mas algumas pessoas tem sensibilidade de dar o valor, outras não. Isso é do ser humano.

  14. X_Ice_X escreveu:Primeiro que tudo e pena q penses assim, ter um cão nao e algo elitizante, nao e destinado a uma classe social elevada, ou a este ou aquele. digam o que disserem largar 700€ nao e pera doce, porem a raçao e visitas a vet, com algum controlo e possivel sustentar pela familia de classe media.

    Nuno, o que estamos aqui a debater é o facto de se ter um cão de raça e não um rafeiro, porque se quiseres ter um cão só porque gostas de cães e pretendes lhe dar somente uma mera qualidade de vida, há milhares de rafeiros vadios por aí ou nos canis e é só adoptar um. Agora o que falamos é em ter um cão de raça, um puro genuíno que se não estiver a 100% dentro do estalão, que esteja lá perto e se eles assim o são, é porque houve e há alguém que se preocupa com isso e que gasta dinheiro com cruzar a roçar a perfeição para que essa raça assim continue! A qualidade custa dinheiro!

    Pineland-Alcides escreveu:Ter um cão não deve mesmo ser um ato eletista, mas ter um cão é a mesma coisa que vc ter mais um membro na família em todos os sentidos até mesmo no monetário. Da mesma forma que vc planeja o nascimento do filho pra quando vc tenha condições de mante-lo, deve ser feita a mesma coisa na hora de se adquirir um cão. Só que um cão, digamos é um cão pra algumas pessoas e aí não entra nessa otica.

    Todas as coisas na nossa vida tem um valor, todas, seja ela a mais corriqueira, mas algumas pessoas tem sensibilidade de dar o valor, outras não. Isso é do ser humano.

    Concordo com toda a opinião do Alcides neste seu post, mas citei esta parte porque convém realçar este ponto de vista, o qual, na minha opinião está perfeitamente fundamentado achando eu que seria esta a preocupação que todos deveriam ter aquando da aquisição de um cachorro!

Tem uma dúvida parecida?

Perguntar à comunidade
Duvida sobre registos | Cãotinho do Labrador