Cãotinho do Labrador

cane corso italiano

Iniciado por diogok_69 em 2 de setembro de 2008 · 8 mensagens

Arquivo do fórum (2003–2018), só de leitura. As conversas continuam na comunidade.
  1. Origens do Cane Corso
    O Cane Corso é um antiquíssimo molosso italiano, descendente direto do 'canis pugnax' romano.

    Mesmo excluindo a priori que o nome indique a origem geográfica da raça, a etimologia da expressão 'corso' é controversa. Alguns afirmam que a palavra venha do latim 'cohors' que significa protetor, guarda (por exemplo 'praetoria cohors" é a guarda do corpo do general e ainda hoje no vaticano existe a Cohors Elvetica, ou guarda suiça).

    é muito interessante também a hipótese que indica a raiz de Corso na palavra grega Kortòs, que indica o quintal, o recinto e da qual deriva a palavra cohors, que indicaria portanto o cão colocado como guarda do recinto. Esta hipótese, se verdadeira, nos traz de volta à Magna Grecia (região que compreendia o sul da Itália, sob o império grego) e à sugestiva origem oriental dos molossos.

    Outros buscam a origem de 'Corso' em uma antiga expressão céltico-provençal que indicava força, potência. Esta última hipótese é igualmente plausível, visto que ainda hoje se encontra em algumas palavras como 'corsiero' (cavalo robusto de batalha usado na idade média), no inglês 'coarse' (rústico) e finalmente em alguns dialetos do sul da Itália onde 'Corso' ou 'Còrs' significa robusto ou altivo. Permanece o fato que, desde que começou a se estabelecer a lingua italiana, o molosso sempre foi chamado de Corso. Expressão mais adequada dificilmente poderia ser criada para descrever este cão, mistura de potência e distinção.

    é importante dizer que não é uma raça extrema em nenhuma das suas características e disto resulta sua harmonia.

    A sua conformação é portanto aquela de um molosso de porte médio-grande, com musculatura muito bem desenvolvida que lhe confere um aspecto sólido, compacto e sem qualquer pesadez desnecessária.

    A cabeça é bem proporcionada com o corpo, O olhar é altivo e expressivo: a mordedura levemente prognata (os incisivos inferiores se sobrepões aos superiores). O pescoço é possante. O tórax bem aberto e alto. A altura na cernelha varia de 64 a 68 cm nos machos e de 60 a 64 cm nas fêmeas, com tolerância de 2 cm a mais ou a menos; o peso médio dos machos é de 45/50 kg e nas fêmeas de 40/45 kg.

    A pelagem é curta, mas não rasa (pelo de vaca), muito forte e muito abundante, garantindo uma perfeita impermeabilidade; no inverno surge um sub-pelo muito abundante também.

    As cores tradicionais são o preto e o tigrado, mas há também os exemplares fulvos (um marrom claro) e cinza. Nos cães cinza e fulvos surge uma máscara preta (ou cinza) que porém não deve passar da altura dos olhos.

    Harmonia, força e desenvoltura são os adjetivos que melhor descrevem o seu andar natural: o trote longo com traços de galope.

    As características de equilíbrio psíquico, a devoção absoluta ao dono e a versatilidade para adaptar-se aos mais variados usos são a razão de seu sucesso e difusão que a raça viveu até poucas décadas atrás.

    O uso mais clássico do Cane Corso foi aquela da caça aos animais selvagens perigosos, especialmente o javali. Os sabujos e os bracos tinham que achar o animal e em seguida, após uma perseguição, obrigá-lo a parar, permitindo aos caçadores alcançá-los. Finalmente eram soltos os Corsos que tinham que saltar sobre o javali e imobilizá-lo agarrando-lhe as orelhas e o grifo. Isto permitia aos caçadores aproximarem-se sem serem atacados e matar a grande presa com um golpe bem colocado. Era esta confusão final, este epílogo sanguinolento, que exaltava os homens e que levou-os a celebrar a cena em uma longa série de representações artísticas.

    De forma parecida era a função do Cane Corso como boiadeiro, ou melhor, como cão de açougueiro. Até muitos anos atrás, os bovinos de carne eram criados em estado selvagem em regiões incultivadas e para chegar até o matadouro na cidade tinham que ser guiados por percursos de várias dezenas de quilometros. Nascidos e crescidos no estado selvagem, os rebanhos apresentavam todo o perigo de animais selvagens. Presuposto indispensável para controlar os bovinos era separar o touro, usando para isto os cães corso que tinham que paralisá-lo, agarrando-o pelo focinho com forte mordida, visto que a dor, nesta parte sensível, imobilizava completamente o grande animal. Sempre como boiadeiro o Corso tinha que defender o gado dos grandes predadores, como o urso ou o lobo.

    Um tipo de caça muito particular onde o Corso era especializado era aquela ao tasso (parente da ariranha e da doninha). Este grande mustelídeo (chega a 1 metro de comprimento e 20 kg), de costumes notunos, era muito apreciado tanto pela pele, como pelo sabor da carne e até pela gordura, que fundido, era usado como unguento curativo. A caça era realizada à noite e exigia cães particularmente adestrados, visto que o escuro impedia o uso de armas de fogo. O Corso tinha portanto que surpreender o tasso e matá-lo com uma mordida forte na nuca, antes que este pudesse levantar-se e defender-se com suas longas e afiadíssimas garras.

    Uso muito positivo era aquele feito pelas 'guardas campestres'. Nas fazendas, terminada a colheita, o campo era abandonado por todos. Por vários meses, terminada a semeadura, restava somente o guardião: seu único companheiro era o cão, ajuda indispensável para defender-se de malfeitores que vagabundeavam por aquelas terras abandonadas.

    Nos longos meses transcorridos junto, se estabelecia uma tal compreensão recíproca que o Cane Corso chegava a manifestar uma incrível inteligência.

    Também os carreteiros que transportavam de dia e de noite, pelas estradas desertas em pleno campo, temiam continuamente os assaltos dos ladrões e para maior segurança viajavam em comboios e levavam de reserva os Cães Corso. A ecleticidade da raça foi muito apreciada também pelos grandes senhores feudais e renascentistas que a utilizaram, não só para a caça, mas também como guardas nas fortificações e como instrumento bélico. Para este propósito, os Corsos eram vestidos com faixas de couro endurecido que protegiam o peito e o dorso. Em alguns se colocavam faixas especiais que permitiam ao animal transportar sobre o dorso recipientes com substância resinosas acesas.

    Desta maneira, este cães (chamados piriferos), eram de grande eficácia contra a cavalaria, pois, além de assustar os cavalos, asseguravam dolorosas queimaduras ao correr por entre eles.

    Um passado assim rico e próximo à história do homem, não podia não deixar traços em testemunhos históricos e portanto sua bibliografia é abudante. Teofilo Folengo no 'Maccheronee' (1522), o famoso naturalista Konrad von Gesner no 'De Quadrupedibus' (1551), Erasmo di Valvasone no 'Della Caccia' (1591), Minà Palumbo nos 'Mamíferos da Sicilia' (1868) e Giovanni Verga no 'Malavoglia' (1881).

    Quanto à iconografia é tão vasta que é impossível catalogá-la. Para citar somente os testemunhos mais importantes, lembramos as pinturas da Reggia di Caserta, as estampas de Bartolomeo Pinelli até chegar aos afrescos do Palazzo The de Mantova.

    História menos gloriosa e recente é aquela a partir do segundo pós-guerra, onde a velocidade das mudanças nas condições sócio-econômicas e o abandono da criação de bovinos selvagens conduziu ao descaso na seleção da raça, que reduzida a poucos exemplares beirou a extinção.

    Aproximadamente vinte e cinco anos atrás, alguns cinófilos, entre os quais é necessário lembrar o Prof. Giovanni Bonatti, o Prof. Fernando Casolino, o Doutor Stefano Gandolfi, o Sr. Gianantonio Sereni e os irmãos Giancarlo e Luciano Malavasi, aceitaram o desafio de recuperar a raça e fundaram a S.A.C.C (Società Amatori Cane Corso).

    Entre mil dificuldades foram encontrados os primeiros exemplares nas fazendas da província de Foggia e contemporaneamente iniciadas as pesquisas sobre a história e iconografica sobre a raça, com o propósito de reconstruir um contexto histórico que permitisse uma correta seleção dos sujeitos.

    Os cães criados nestas iniciativas eram consignados a novos apaixonados que aumentavam o grupo da S.A.C.C.

    A ENCI (entidade que cuida da cinofilia na Itália) seguiu com muito interesse, desde os primórdios, o projeto de recuperação da raça e encarregou o Dr. Antonio Morsiani de escrever o Standard da raça. Durante o ano de 1988, por ocasião das exposições de Milão, Florença e Bari, os juizes Morsiani, Perricone e Vandoni fizeram as medições cinométricas de mais de 50 Corsos para verificar se aderentes às características indicadas no projeto de Standard. No mesmo ano, o sócio Vito Indiveri apresentou à ENCI o resultado do censo dos individuos rústicos com o registro de 57 cães, acompanhado de 97 fotografias. Incentivado por estes desenvolvimentos positivos, o Conselho Diretor da ENCI decidiu instaurar o Livro Aberto, onde inscrever os individuos, que tatuados, estivessem conformes ao Standard. De 1989 até 1992 foram inscritos no Livro Aberto mais de 500 individuos e em janeiro de 1994 a raça foi definitivamente reconhecida oficialmente pela ENCI.

    Hoje o Cane Corso está vivendo uma segunda juventude, graças a sua capacidade de adaptação que sempre o distinguiu nos séculos de história. é um ótimo guardião das propriedades, que vigia de perto a casa, aproximando-se raramente aos limites, evitando assim que mal-intencionados passam atacá-lo do exterior.

    Mesmo tendo um senso de território muito arraigado, o Corso se apresenta muito bem como cão de defesa, graças a sua empatia com o homem.

    é um cão adaptável, facilmente adestrável, mas que nunca será um autômato: a sua viva inteligência se apresenta também na independência e no perseguir com um toque de iniciativa pessoal as tarefas e serviços a ele apresentados.

    Na familia é um cão dócil e sociável, particularmente tolerante com as crianças para as quais, consciente de sua força, é muito delicado. O Corso tem um forte temperamento, não ama carinhos melosos, mas adora as manifestações de afeição que vêm do fundo, moderadas, constantes. Nesta situação retribui com igual intensidade e chega a manifestar uma dedicação ao dono sem igual.

    Resumindo, é um cão que vive com o homem e para o homem, cuja beleza é filha de sua real funcionalidade

    Cão de Guarda
    O que é um bom cão de guarda ? Esta é uma pergunta que se ouve com muita frequência e conversando com as pessoas percebo que existe muita 'mitologia' sobre o assunto. Infelizmente, ainda hoje, muitas pessoas acreditam que o melhor cão de guarda é aquele preso na corrente. Já na década de 70 (ou até mesmo antes) estudou-se o comportamento dos cães e descobriu-se que isto não só é errado, como é exatamente o contrário do que se busca em um cão de guarda.

    Vamos imaginar o seguinte: o cão de guarda não deve nunca atacar por medo, pois qualquer animal com medo tende primeiro a fugir e só ataca quando a fuga é impossível (faço referência aos estudos de Konrad Lorenz e outros etólogos). É natural no cão, ao ter medo, fugir pois o instinto da fuga é mais forte. Neste caso, o cão seria um 'bom guardião' se estivesse acorrentado, ou seja, impossibilitado de fugir ! Não é muito inteligente, pois seria necessária uma corrente do tamanho do território que se deseja proteger ...

    O bom cão de guarda deve ser capaz de proteger o território de forma expontânea, ou seja, sem medo, da mesma forma que faria por sí só na natureza. Isto significa que para ele não deve existir ninguém realmente perigoso, simplesmente alguém está invadindo seu território. Para o cão, o território é o perímetro onde vive, se alimenta, se reproduz e portanto um lugar sagrado e inviolável. Independentemente do fato do intruso ser ou não amigável, o cão o avisará a ficar longe e por esta razão que o ótimo guardião é pouco sociável ao mesmo tempo que é muito socializado. Qual a diferença ?

    A sociabilidade, que é um elemento de caráter, deve ser relativamente baixa em um cão de guarda, exatamente para evitar que o filhote faça festa com qualquer pessoa. Já a socialização (que costuma ocorrer durante o segundo mês de vida) é uma fase onde o filhote começa a conhecer o mundo exterior, conhece outros cães, outros tipos de animais, o homem e as demais coisas que irão determinar para ele o que é normal do que é estranho. Nest fase da vida é importante fazer com que o cão conheça a maior variedade possível de animais e pessoas (idade, cor, sexo, etc). Se o cão de guarda não passa por uma boa socialização, aumentam as oportunidades do cão ter medo, pois desconheceria aquele tipo de homem ou animal e portanto não poderia enfrentá-lo. Ao mesmo tempo é necessária uma agressividade mais elevada, cuja manifestação é principalmente a territorial. O cão não deve ter uma têmpera muito dura pois quando associada a uma alta agressividade poderia fazer dele um cão perigoso e incontrolável.

    Você pode deduzir portanto que o cão de guarda deve conhecer muito bem o homem e não deve temê-lo, através de uma socialização bem feita.

    Resumindo o que se pode considerar um ótimo cão de guarda: pouco sociável, bem socializado e dotato de boa agressividade.

    Adestramento para cães da Raça Cane Corso
    Vamos falar aqui do trabalho de adestramento e seleção de cães da Raça Cane Corso.

    Primeiramente precisamos entender um pouco mais sobre adestramento.

    Há muito tempo o adestramento de cães deixou de ser um serviço para poucos. Mas nem por isso nós devemos tratar este assunto com menosprezo! Um site nos EUA afirma que 90% dos 'dog trainers' americanos não sabem o que estão fazendo! Então preste muita atenção na hora de definir o rumo da formação do seu cão.

    Vamos primeiro entender como funciona o trabalho de um cão de guarda treinado. Vamos dividir os cães de guarda em duas categorias, guarda familiar e guarda patrimonial. A guarda patrimonial nós poderemos discutir numa outra oportunidade. Aqui nós vamos nos ater à guarda familiar.

    Você sabe quando o cão protege as ovelhas?

    Quando o cão se sente parte da família das ovelhas!

    Então, um cão de guarda familiar deve fazer parte da família. Deve participar dos eventos familiares. Muita gente confunde cão de guarda com cão bravo. Um cão bravo, muitas vezes não pode estar em um ambiente social, pois não aceita o convívio pacífico com estranhos ou outros cães, então, por não estarem presentes não podem exercer a função de cão de guarda, obviamente! Pensando assim, o cão de guarda familiar deve ser um animal que nos faça sentir a vontade e seguros de que nada poderá nos atingir, pois, se necessário o nosso cão nos protegerá. Ou melhor ainda, sua presença marcante deve transmitir a sensação de que ninguém se atreverá a testar o poder de proteção de nossa doce fera!

    Bem, o primeiro quesito que pode indicar um bom cão de guarda é ele pertencer a uma raça selecionada para ser guarda. Parece óbvio, mas tem gente influente recomendando cães de combate para o uso na guarda. As consequências são desastrosas!!! Os exemplos negativos estão por aí...

    A origem histórica do Cane Corso o recomenda com excelência para a função de guarda familiar e pessoal. Esta raça nasceu da necessidade do homem do campo italiano ter um animal que o ajudasse no dia a dia. Territorialistas a ponto de afastar os predadores e ladrões, mas sociáveis o suficiente para não comer os animais domésticos nem morder os visitantes oportunos como os fornecedores, por exemplo.

    Um bom cão de guarda deve ser tranquilo. Não deve ter medo de nada! Nem deve ser irritadiço. Um bom Cane deve ser extremamente tolerante. Um bom cão de guarda deve estar bem inserido na sua comunidade. Você tem um cão com um potencial genético de guarda e precisa treiná-lo no sentido de obter maior eficiência e consequentemente, maior segurança. O cão a ser treinado para guarda deve ser devidamente socializado e sua obediência deve ser exemplar para que o treinamento de cão de guarda possa ser feito com muita tranquilidade.

    O cão desde muito jovem pode ir aprendendo a pegar e a largar objetos com a boca, atendendo os comando "pega" e "larga". Com o tempo o cão deverá segurar sob comando e só largar sob comando; este exercício é determinante no treino do cão de guarda. é importante que o animal não crie vícios de morder para proteger a comida ou objetos que considera de posse, nem morder sob cócegas. Por outro lado, você deverá estar atento para estimular os instintos naturais de alerta. Na sua condição original, o molosso deve correr latindo em direção ao possível invasor do seu território, mas não deve morder. Ao encontrar o estranho, deve parar e acompanha-lo até o líder da matilha, até o seu dono, até o "padrone"... Quando o cão estiver adulto e seu caráter já estiver definido, você poderá terminar seu treinamento de guarda e proteção.

    Opte pelo trabalho feito em cima do instinto de caça, onde se ritualiza um combate e se define para o cão quem ele deve morder. Como a reação do cão é construída em cima do instinto de caça; cessado o movimento, cessa a caça. O cão que ficou excitado no combate pela caça deve voltar ao normal quando o ambiente tiver voltado à normalidade. Cães treinados assim mordem um invasor e tendem a parar o ataque quando sentirem que a vítima está indefesa.

    Outra modalidade praticada no sentido de ensinar a proteção é construída no instinto de auto-proteção; onde o treinador ensina o cão a se defender da agressão efetiva praticada por outra pessoa. Este tipo de treinamento pode interferir no caráter do cão de forma indesejável.

    Para se ter um Cane Corso de primeira linha, apto ao adestramento, verifique se os ancestrais são fortes e equilibrados, evite animais muito tímidos ou filhotes muito irritadiços, evite animais muito grandes, acima do recomendado pelo padrão, eles poderão ter dificuldade em transpor obstáculos, além de serem mais lentos e menos predispostos ao trabalho.

    Mas o principal é adquirir o seu Cane Corso de criador experiente e sério e dar continuidade ao trabalho de selecionar cães aptos e agradáveis.

    Fonte:http://www.canecorsoitaliano.com.br/index.php?c=artigos&key=adestramento&lang=pt

  2. Peço desculpa,mas o site onde custumo alojar as fotos nao esta disponivel agora,alguem poderia por umas fotos desta bela raça!

  3. imagem indisponível

    Fonte:http://arcadenoe.sapo.pt/raca/cane_corso_italiano/337

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    Ana

  4. Muito obrigado nokitas!

  5. 😉

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    Ana

  6. Essa raça me parece magnifica, diogok_69.
    Ainda não tive a oportunidade de conhecer nenhum, por aqui ainda é meio raro, mas bem que gostaria. 😉

  7. Esta raça e linda,adorava ter 1,e ei de ter! 😀

    Caes muito corpolentos,activos,lindos!

    Em bebes sao cinzentos de olhos verdes.

    Vejam estas doçuras: http://www.dailypuppy.com/puppies/Diese ... 2007-01-23

    Diogo, eu só editei o seu post para dar um espaço entre os dois pontos e o endereço.😉
    Cantarino

  8. Estes cães são verdadeiras belezas e raridades, mas também requerem um dono com as mesmas caracteristicas pelo que andei a ler. SE podesse eu tinha era muitos de cada 🙂

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