Vacinação
Iniciado por Bark em 7 de fevereiro de 2008 · 11 mensagens
A vacinação é da exclusiva competência do médico veterinário e sobre este assunto indicamos apenas e por mera curiosidade um esquema básico de vacinação.
Indicação do esquema de vacinação
(Deve ser preconizado pelo veterinário assistente)6 semanas - Parvovirose
8 semanas - Parvovirose, Esgana, Hepatite vírica e Leptospirose
12 semanas (é um reforço da anterior) - Parvovirose, Esgana, Hepatite vírica e Leptospirose
16 semanas - Raiva
Reforço das vacinas anualmente
Texto gentilmente cedido pelo Sr. Manuel cabral
http://whippetp.no.sapo.pt/Saude.htmParvovirose
A Parvovirose é uma doença contagiosa, causada por um vírus, que ataca os cães domésticos, especialmente os cachorros por serem mais vulneráveis.
Esta virose classifica-se como zoonose, por atacar tanto o homem como o cão. No homem manifesta-se sob a forma de infecções nas vias resperatórias e nos olhos, mas sem gravidade, ao contrário da incidência nos cães onde normalmente é fatal.
Sintomas
No cão a doença manifesta-se de duas formas, a endémica, que é a mais frequente, e a miocárdica, que provoca a morte súbita do cão e que só pode ser diagnosticada no post-mortem, dado não existirem sinais clínicos da doença no animal enquanto vivo.
Forma endémica
Na forma endémica, as primeiras manifestações da doença são a febre, que pode atingir os 41º, sonolência, falta de apetite, vómitos, por vezes tosse e inflamação dos olhos (conjuntivite).
A doença desenvolve-se pela inflamação da faringe e amígdalas, onde se replica, atingindo depois o aparelho digestivo, a começar pelo estômago e estendendo-se depois a outros órgãos como os intestinos e fígado. Nesta fase as fezes apresenta-se esbranquiçadas, sanguinolentas e sob a forma de diarreia.
Forma miocárdica
Na forma miocárdica o coração do animal, ao ser atingido, provoca-lhe a sua morte súbita. No entanto, na forma endémica, os danos podem atingir o músculo cardíaco e, embora esses danos não provoquem logo a morte do animal, podem deixar sequelas que o vitimarão quando ele envelhecer. Assim, um cão recuperado da forma endémica da doença, pode vir a contrair a forma miocárdica mais tarde.
Os casos típicos da doença consistem em os cachorros serem aparentemente sadios, mas morrerem subitamente ou minutos após um período de angústia.
Génese da doença
A fonte primária da infecção é a exposição oral às fezes contaminadas. O vírus instala-se e infecta a faringe e as amígdalas, entra na corrente circulatória e atinge então os tecidos de vários órgãos: estômago, fígado, baço, medula óssea, pulmões, miocárdio e finalmente o jejuno distal e o íleo, onde ele continua a replicar-se, provocando a necrose das criptas do epitélio do intestino delgado, com eventual destruição das vilosidades.
Combate ao vírus
O vírus é muito difícil de combater e eliminar por ser muito resistente. Em condições normais de temperatura e de humidade, o vírus pode permanecer no meio ambiente durante vários meses.
Uma forma de minimizar o contágio é evitar o contacto do cão com outros cães infectadoe e respectivas fezes. O animal doente deve ser isolado de outros animais e mesmo do homem, afim de impedir-se a propagação do mal.
Prevenção
A forma mais eficiente de prevenir a parvovirose é através da respectiva vacina.
As vacinas não devem proteger somente o indivíduo, mas também a população, evitando a eliminação de vírus quando o animal está infectado. O papel dos anticorpos maternos na proteção dos cachorros é fundamental. Os níveis de anticorpos maternos (adquiridos pelo colostro) nos filhotes variam de acordo com os níveis de anticorpos encontrados na cadela. Quanto mais alto for o nível de anticorpos da cadela, mais altos serão os níveis encontrados nos cachorros e, portanto, mais duradoura será a imunidade passiva. No entanto, como o nível da cadela pode ser variável, a duração da imunidade passiva também será variável. Se o animal for vacinado e ainda apresentar vestígios de anticorpos, esses vão inutilizar a vacina. Assim, para se ter a certeza de uma eficiente imunização enquanto cachorros, deve-se dar a primeira dose entre 6 e 8 semanas de idade, a segunda entre 10 e 12 semanas e a terceira entre 16 e 18 semanas de idade. A revacinação deve ser anual.
Consequências da doença
O parvovirus em cachorros muito jovens (menos de meses) ou in-útero pode atingir também as células do coração e provocar problemas cardíacos imediatos, como a miocardite, ou mais tardios (até aos 6 meses) como seja a insuficiência cardíaca congestiva.
Problemas neurológicos apenas se houver complicações durante a fase aguda da doença em que pode ocorrer septicémia ou hemorragias cerebrais.. mas é raro.
O mais que se pode fazer é ir vigiando o animal e esperar pelo melhor.Vacinação da cadela
Para assegurar uma boa imunidade aos filhotes, deve-se vacinar as cadelas antes da cobertura (antes do cio) mesmo que tenham sido vacinadas antes, pois recebendo uma nova dose da vacina, terão sua imunidade aumentada durante a gestação e a oportunidade de através da circulação inter-placentaria conferirem a seus futuros filhotes uma razoável imunidade passiva.
Embora não se tenha verificado qualquer interferência sobre o desenvolvimento normal do feto, não se deve vacinar cadelas prenhes.
Depois do parto e já na fase de aleitamento das suas crias, a imunidade conferida pela vacina aplicada na mãe será transmitida através do leite (especialmente o primeiro leite, o colostro), aos filhotes recém nascidos, prevenindo-os assim da doença na primeira fase da vida e enquanto não atingirem a idade conveniente para eles próprios receberem as primeiras vacinas.
Estas considerações são meros indicadores. Deve seguir-se à risca o programa de vacinação preconizado pelo veterinário.
Texto gentilmente cedido pelo Sr. Manuel Cabral
http://whippetp.no.sapo.pt/Saude.htmEsgana
A esgana é uma doença viral altamente contagiosa e eventualmente mortal, que ataca os cães de qualquer idade, muito particularmente os animais mais jovens.
Embora esta doença esteja contemplada no programa normal de vacinação dos cães, não é raro acontecerem casos de contaminação, pelo que é conveniente ter algumas noções sobre a sua disseminação.
Transmissão
A esgana transmite-se por contacto directo ou por via aérea (tosse ou espirro) de um cão infectado com o vírus para um cão são e não vacinado. O vírus da esgana pode ser transportado no focinho ou nas almofadas das patas. Ou ainda através dos humanos. O homem, não sendo afectado pela esgana, pode constituir o veículo, transportando-o no calçado, nas roupas e nas próprias mãos.
É devido a esta facilidade de transmissão que surgem tantos casos de esgana, especialmente nos cachorros que ainda não iniciaram o programa de vacinação.
Por ignorância, muito frequentemente não são tomados determinados cuidados, como por exemplo evitar que o cachorro tenha contacto directo com o exterior (rua). As pessoas facilitam e até ironizam, dizendo que assim os bichos até criam anti-corpos, e desconhecem que essa exposição é extremamente arriscada e pode ser fatal.
Importante: Um cão com esgana deve ser rigorosamente isolado de outros cães.
Prevenção
A prevenção passiva consiste em preservar o cachorro de agentes exteriores, mantendo-o em espaços limpos, especialmente antes das primeiras vacinas.
A prevenção activa é feita através da vacinação. Se a vacina não for ministrada nas datas preconizadas, a doença poderá vir a ser incurável.
Os cachorros devem ser vacinados com cerca de oito a dez semanas e revacinados anualmente com doses de reforço. De qualquer modo, competirá ao veterinário estipularar esse programa.
Tratamento
Quanto mais velho for o cão, mais probabilidades terá de sobreviver à doença. No entanto, ele virá a sofrer algumas sequelas, como espasmos musculares, epilepsia ou paralesia temporária ou permanente. Nos cachorros afectados, ao contrário, verifica-se uma alta taxa de mortalidade.
Não existe um tratamento específico para a esgana. Por outro lado, os antibióticos não produzem efeito sobre as viroses. Assim, o tratamento consiste em reduzir alguns dos sintomas, o que implica hospitalização em cuidados intensivos para repouso e aplicação intravenosa de fluidoterapia e outros tratamentos.
Sintomas da doença
A doença apresenta três formas:
1 – Esgana digestiva.
* Febre alta.
* Vómitos.
* Diarreia.
* Perda de apetite
* Desidratação.2 – Esgana respiratória: Apresenta os mesmos sinais clínicos descritos atrás, mas acompanhados de tosse.
3 – Esgana nervosa: Constitui a fase final da doença com:
* Espasmos nervosos.
* Contracções musculares.
* Paralesia (eventual)Importante: Se o cão apresentar os primeiros sintomas de esgana, deve ser levado imediatamente ao veterinário. O atraso de um ou dois dias pode ser fatal.
Texto gentilmente cedido pelo Sr. Manuel Cabral
http://whippetp.no.sapo.pt/Saude.htm- diogok_697 de fevereiro de 2008 · #4
Tanto a esgana como a parvovirose podem e na maioria sao fatais!
diogok_69 escreveu:Tanto a esgana como a parvovirose podem e na maioria sao fatais!
Todas as que fazem parte do programa de vacinação o são, daí a importância das vacinas.
Leptospirose
A leptospirose é uma das doenças contemplada no programa normal e obrigatório de vacinação dos nossos animais de estimação. No entanto, é sempre conveniente saber-se como ela se transmite, quais são os agentes de contaminação e quais os sintomas, até pelo facto de nós também estarmos sujeitos a contrair a doença quando em contacto com os nossos animais.
Descrição sumária
A leptospirose é uma doença infecciosa febril, aguda, de carácter sistémico, potencialmente grave, causada por uma bactéria, a Leptospira, normalmente transmitida pela urina dos ratos.
A leptospirose ocorre no mundo inteiro, exceto nas regiões polares.
Em seres humanos, atinge pessoas de todas as idades, mas em 90% dos casos o desenvolvimento da leptospirose é benigno.
Nos animais, quando não vacinados, a doença é mortal.
Transmissão
A leptospirose pode considerar-se uma zoonose, por atingir especialmente os animais, desde roedores a outros mamíferos silvestres, animais domésticos (cães e gatos) e outros ligados à actividade pecuária (bois, cavalos, porcos, cabras e ovelhas).
Estes animais, mesmo quando vacinados, podem tornar-se portadores assintomáticos e eliminar a leptospirina através da urina.
Agentes da transmissão
O rato de esgoto é o principal responsável pela infecção humana, não só pelo facto de existir em grande número como também pela habitual proximidade com as pessoas.
A leptospirina multiplica-se nos rins desses animais sem causar danos, sendo eliminada pela urina e contaminando a água, os solos e produtos alimentícios.
O homem é infectado casual e transitoriamente mas é muito pouco provável que venha a ser transmissor da doença, especialmente de uma pessoa para outra.
Modos de transmissão
A infecção resulta da exposição directa ou indirecta à urina de animais infectados, que se verifica no contacto com lamas, águas contaminadas ou através da ingestão de alimentos mal lavados como os usados em saladas cruas, por exemplo.
A leptospirina ao ser eliminada com a urina, normalmente sobrevive na água que tenha um pH neutro ou alcalino. Não sobrevive em águas salgadas. Mas também pode resistir num solo húmido. Por este motivo, grande parte das infecções verifica-se através do contacto com águas de inundações em locais onde não existe rede de esgotos nem drenagem de águas pluviais.
Os cães ao cheirarem o rasto de um rato, se lamberem mesmo ao de leve a urina deixada por eles, ficam normalmente contaminados e portadores da doença. Por isso, as pessoas devem evitar o contacto com a urina dos animais de estimação, mesmo quando estes estão vacinados. A vacina usada nos animais evita a doença, mas não impede a transmissão e infecção aos seres humanos.
Sintomas da doença nos animais
Sinais clínicos
1ª fase:
* Anorexia
* Apatia
* Vómitos
* Febre2ª fase:
* Anemia
* Icterícia
* Diarreia
* Polidipsia (beber em demasia e frequentemente)
* Poliúria (urinar frequentemente). A urina pode apresentar-se com sangue.
* Úlceras na boca ou língua.O animal morre geralmente 8 a 14 dias após a contaminação se não estiver vacinado.
Prevenção
* Vacinação anual do animal.
Cuidados gerais
Alguns cuidados estão directamente relacionados com o meio ambiente e com o local onde se vive. Outros têm a ver com a higiene da habitação e com a própria higiene pessoal. Apontam-se alguns desses cuidados sem ser de forma exaustiva. No essencial interessa acautelar situações de contacto ou ingestão indirecta da urina de roedores e dos próprios animais com quem convivemos.
Assim, convém ter os seguintes procedimentos:
* Drenagem de águas paradas.
* Desinfecção da água.
* Lavagem dos alimentos em geral e em especial dos que são comidos crus, como fruta e saladas.
* Desinfecção e limpeza de locais susceptíveis de atrair ratos.
* Exterminação de roedores.Texto gentilmente cedido pelo Sr. Manuel Cabral
http://whippetp.no.sapo.pt/Saude.htmRaiva
A Raiva é uma doença infecciosa aguda e fatal causada por um vírus, o vírus rábico, que se multiplica nas glândulas da saliva e se transmite a humanos normalmente através da mordedura de um animal infectado. Todos os animais de sangue quente são suscetíveis à infecção pelo vírus rábico. O vírus atinge o sistema nervoso central e é 100% letal.
Agentes de transmissão
Os animais de estimação (cão e gato) são as principais fontes de transmissão da raiva aos seres humanos.
No entanto, outros mamíferos como os bovinos, suínos, equinos ou animais silvestres como o rato e o morcego, por exemplo, são potenciais transmissores se tiverem sido infectados através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por um outro animal raivoso.
Os animais silvestres são reservatório primário para a raiva na maior parte do mundo, mas os animais domésticos de estimação são as principais fontes de transmissão da raiva para os seres humanos.
Condições de exposição ao vírus
A situação mais comum da infecção ocorre quando a pessoa é exposta ao vírus excretado pelas glândulas salivares do animal infectado. O vírus introduz-se no organismo humano através de ferimentos da pele ou através das mucosas. A pele íntegra é uma barreira importante ao vírus da raiva, mas as mucosas são permeáveis, mesmo quando intactas. Assim, a mordedura é a forma mais propícia e habitual.
Em resumo, a exposição ao vírus pode ocorrer nas seguintes condições:
· Mordedura, ou seja, a penetração dos dentes do animal na pele.
· Arranhadela causada pelas unhas ou dentes do animal.
· Lambedura, isto é, quando a saliva do animal entra em contacto com as mucosas ou com áreas da pele recentemente feridas.
Incubação
O período a partir do momento em que o animal é mordido até aparecerem os sinais clínicos é variável. Vai de duas semanas a seis meses. No entanto, logo que aparecem os sinais da doença, esta desenvolve-se rapidamente e o animal morre no espaço de uma semana.
Quando os sintomas da doença se manifestam já não há mais cura possível - a morte é certa. Isto acontece tanto nos animais como no próprio homem. Por isso, todo tratamento tem que ser feito durante o período de incubação, quando o paciente ainda não apresenta os sintomas.
Depois de penetrar no organismo humano, o vírus atinge as terminações nervosas periféricas e inicia a migração para o sistema nervoso central. As manifestações clínicas da doença só têm início a partir do momento em que o vírus atinge o sistema nervoso central, quando são inúteis as medidas profiláticas. Por isso, a gravidade da exposição está ligada à possibilidade de o vírus atingir as terminações nervosas periféricas e o sucesso da profilaxia consiste exactamente em criar barreiras para que tal situação não ocorra.
Sinais clínicos
Os sinais clínicos podem incluir:
· Alterações de comportamento (depressão e tendência agressiva).
· Dilatação da pupila.
· Fotofobia (medo do claro).
· Salivação excessiva.
· Paralisia da mandíbula e dificuldade de engolir.
· Convulsões.
· Descoordenação motora progredindo para paralisia.
A fase de paralisia pode durar de um a dois dias, o animal deixa de comer e de beber e morre por incapacidade respiratória.
Profilaxia
A profilaxia consiste em vacinar os animais de estimação a partir de 3 meses de idade e depois anualmente.
Um animal suspeito de estar com raiva deve ser isolado e ficar em observação ou ser abatido quando os sinais clínicos se tornem evidentes.
Se um cão, embora vacinado, for mordido por um outro animal que esteja infectado, deverá ser revacinado e observado durante um período de três meses.
Não são conhecidos casos de imunidade natural no homem. A imunidade é conferida apenas através da vacinação pré e pós exposição ao vírus.
Tratamento
· Não há tratamento uma vez instalado o quadro clínico.
· A vacina não produz efeito após o início do quadro clínico.
· Diversos medicamentos anti-vírus já foram experimentados, mas sem sucesso.
Sintomas nos humanos
Tanto no homem como nos animais, quando os sintomas da doença se manifestam, já não há cura possível - a morte é certa. Assim, todo tratamento tem que ser feito durante o período de incubação, isto é, quando o paciente ainda não apresenta quaisquer sintomas.
Os sintomas apresentam-se em duas fases:
1ª fase:
· Febre pouco intensa (38º).
· Dor de cabeça.
· Depressão nervosa.
2ª fase:
· Febre mais intensa (40º a 42º).
· Agitação e inquietação.
· Espasmos dolorosos na faringe e na laringe.
· Dificuldade de respirar e de engolir.
· Espasmos nas extremidades dos membros.
· Taquicardia.
· Impossibilidade de respirar.
Este período de extrema excitação dura cerca de três dias, sucedendo-se a fase de paralisia. É então que se nota paralisia flácida da face, da língua, dos músculos da deglutição, dos oculares e das extremidades dos membros.
Outros sintomas:
· Ataques de terror.
· Agressividade com acessos de fúria.
· Alucinações visuais e auditivas.
Texto gentilmente cedido pelo Sr. Manuel Cabral
http://whippetp.no.sapo.pt/Saude.htm- Crustie29 de março de 2008 · #8
Uma excelente informação, sempre útil 😉
- Pointerman30 de março de 2008 · #9
Este ano ouve uma epidemia de parvovirose muito grande e grave morreram varios caes entre eles um braco alemao meu conhecido ja com 11 meses e vacinaçao completa.
Pointerman escreveu:Este ano ouve uma epidemia de parvovirose muito grande e grave morreram varios caes entre eles um braco alemao meu conhecido ja com 11 meses e vacinaçao completa.
Segundo parece trata-se duma mutação do virus.
- Pointerman31 de março de 2008 · #11
Pois tambem ouvi isso.
Exelente topico de grande utilidade,ainda ha pessoas que julgam que as vacinas sao um desperdicio de dinheiro e uma "mariquice".
Conheço caes que nunca levaram uma vacina na vida mas quantos e que nao terao morrido da mesdma geraçao?
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