Cãotinho do Labrador

Leishmaniose canina

Iniciado por Bark em 20 de abril de 2007 · 76 mensagens

Arquivo do fórum (2003–2018), só de leitura. As conversas continuam na comunidade.
  1. A Leishmaniose
    In: http://www.lpda.pt/02companhia/saude_publica.htm

    A leishmaniose, é transmitida por uma mosca do género phlebótomo. Como mosca que é, deposita os seus ovos em residuos orgânicos e não em águas, ou cursos de água como o mosquito.
    É um insecto de vida aérea, com actividade crepuscular ou nocturna e desenvolve-se com temperaturas entre os 12/16º.

    O nosso território já é considerado uma zona endémica, seja em centros urbanos ou zonas ruraias. Umas zonas são mais afectadas do que outras. o melhor que podemos fazer é informarmo-nos com os nossos veterinários sobre a incidência da doença na zona onde vivemos. Perante esta informação devemos actuar de acordo com as suas instruções, evitando porém expor os cães às horas de maior actividade da tal mosquita e protegê-los com maior eficácia nos messes cujas temperaturas excedam os 12/16º.

    Nenhum dos produtos existentes no mercado é 100% eficaz. mesmo utlizando uma combinação de dois deles há sempre uma margem de risco. O melhor que podemos fazer é aproveitar a informação que temos e tirar o melhor partido dela para assim protegermos os nossos cães.

  2. A leishmaniose, é transmitida por uma mosca do género phlebótomo.

    ai ai ai é só sustos Maria João!!!!!! Mas afinal já não bastava preocupar-me com os mosquitos tb tenho q me preocupar com as moscas?!?!? ( que são horriveis diga-se! tanto uns como outros!)

    Mas por favor!!! vais-nos "matar" de susto!!!!!
    Já tou com o insecticida na mão! :shock

    Tava a brincar... ainda bem que existe alguém para nos alertar destas coisas... Obrigada

  3. Olá Mariaborges,

    Comunmente é-nos apresentado o flebótomo como um mosquito mas de facto ele é uma mosca.

    Este facto parece-nos irrelevante mas, se tivermos em conta os ciclos de vida e posturas de um e outro já se torna importante. Os mosquitos depositam os seus ovos em curos de água ou águas estagnadas, as moscas, por sua vez depositam os seus ovos em detritos orgânicos, ou seja, folhas em decomposição, dejectos de cães e outros animais assim como lixo doméstico em decomposição a céu aberto.

    Desta conversa toda o que devemos reter é que devemos evitar locais onde estas condições se verifiquem, tanto para as moscas como para os mosquitos, apanhar os dejectos dos nossos cães, não deitar lixo para o chão e proteger os nossos animais com produtos que existem no mercado, assim como evitar horas de maior afluxo destes insectos que são ao entardecer e alvorecer.

    Uma das minhas cadelas, apesar de ter passado os seus 7 anos de vida protegida com Pulvex (nos seus primeiros anos) e coleira Excalibor que ao fim de 3 meses substituo, alternada com Advantix, apanhou leishmaniose e quando foi detectada, apesar de os meus cães andarem muito vigiados pelo veterinário, já a doença estava num estado muito avançada. Esteve o resto da sua vida a fazer tratamento que não é nem barato nem agradável para o cão, nem para nós por vermos o sofrimento em que eles estão.

    Por ter passado por esta experiência, que foi muito dolorosa, é que não me canso de alertar os outros donos contra esta terrivel doença que pode inclusivamente matar.

  4. Que horror.... :cry coitadinha..... lamento

    Mas a minha Vet para já só deu e dá à Meg Frontline combo :shock

    Devo começar a preocupar-me?!?!? 😕

  5. Maria, que idade tem a Meg?

    Se ainda for cachorra o melhor é mesmo seguir as indicações do seu veterinário.

    Caso a sua zona seja endémica insista com o seu veterinário pois há pipetas para cachorro.

  6. Faz 8 meses no dia 24 deste mês.... ainda é nova para essas coleiras não é? 🙁

  7. Não. Tenho um boxer que usa o Advantix e a Excalibor desde os 5 meses como os outros, só que com as indicadas ao peso dele.

  8. Olá, como costumam fazer a prevenção desta terrível doença?

  9. Poderiam referir as zonas mais afectadas?Conheço uma lab que apanhou na zona do porto!

  10. todo o país está afectado, embora haja zona piores doq eu outras.

    Os vets costumam informar, consoante o número de casos que detectam

  11. No Distrito de Aveiro, em Setembro se não estou em erro e dito pela minha Vet, morreram 3 cães de leishmaniose...

  12. O Nero o rot do meu namorado tem esta doença... :cry .........quem olha para ele até parece que não tem nada....mas é porque está a fazer o tratamento que, como o Bark disse: "não é nem barato nem agradável para o cão, nem para nós" 🙁 ...já vai fazer 2 anos se não estou em erro que tem esta doença.....o bom de tudo é que pelo menos os rins continuam a funcionar bem pois pelo que percebemos do que nos foi explicado é que se ja tivesse afectado os rins é que era muito grave mesmo...a forma de lesh que o nero tem é a cutânea...por vezes aparecem-lhe feridas na pele que têm que ser tratadas.
    já ouvi vários casos de cães que se aguentam anos com esta doença (desde que em tratamento)...espero que seja o caso do nosso menino 😕

    ah...o nero também usava a coleira excalibor mas mesmo assim apanhou-a... :roll

    Ana

  13. mariaborges escreveu:Que horror.... :cry coitadinha..... lamento

    Mas a minha Vet para já só deu e dá à Meg Frontline combo :shock

    Devo começar a preocupar-me?!?!? 😕

    Maria tenho um cão que sempre usou frontline combo, e apanhou a doença, infelizmente já foi muito tarde que descobrimos porque os sintomas eram todos tão aleatórios que só quando o meu cão começou a ter problemas nas articulações é que o veterinário descobriu o que era. E segundo o veterinário dos meus cães o forntline é das piores coisas, porque apenas protege contra carraças e pulgas quando existem perigos muito maiores. Desde aí todos os cães cá de casa usam advantix e coleiras, e fazem análises regularmente para tentarmos evitar a lesh o melhor que podemos...

  14. Devem-se envitar passeias ao amanhecer e ao anoitecer os caes de cor escura sao mais propensos ja que o mosquito e mais atraido pelas cores escuras.
    Acho que acima de tudo nao podemos descurar os repelentes e sorte muita sorte.
    Na zona de Lisboa o pior e Cascais e zona circundante. 😕

  15. Pointerman escreveu:Devem-se envitar passeias ao amanhecer e ao anoitecer os caes de cor escura sao mais propensos ja que o mosquito e mais atraido pelas cores escuras.Acho que acima de tudo nao podemos descurar os repelentes e sorte muita sorte.
    Na zona de Lisboa o pior e Cascais e zona circundante. 😕

    Quanto às suas 2 afirmações que coloquei a bold......

    - Gostaria de saber de onde tirou as informações, principalmente a 1ª :roll

    Quanto à 2ª......infelizmente a leishmaniose está bem propagada por todo o país, com excepção de alguns nichos impeditivos do desenvolvimento do Phlebotomus............

  16. Perfil clínico e alterações patológicas

    O periodo de incubação após infecção experimental varia entre um e doze meses, na infecção natural não se sabe qual é a sua duração visto não se saber quando ocorreu a inoculação (Campino, 2002).

    A diversidade dos sintomas está relacionada com os vários mecanismos patogénicos desencadeados pela doença e pela diversidade individual das respostas imunitárias.

    Os sintomas apresentam uma evolução lenta e progressiva com pouca ou nenhuma resposta aos antibióticos e glucocorticóides. A imunosupressão provocada pela infecção permite o aparecimento de doenças concomitantes. Num estudo realizado em Itália tendo como amostra 150 cães, 14% apresentavam Erlichia canis, 11% Demodex canis, 6% Sarcoptes scabiei, 2% Hepatozoon canis e 2% Neoplasma. Também foram descritos casos de co-infecção com Cryptococcus, Filaria sp., Trichuris vulpis (scalibor).

    As alterações da pele são as manifestações mais frequentes na leishmaniose canina. As lesóes são simétricas, crónicas, não pruriginosas.
    A alopecia acompanhada de seborreia seca inicia-se na cabeça estendendo-se para o resto do corpo.

    A perda de peso e do apetite estão presentes em maior ou menos grau assim como a atrofia dos músculos faciais.

    Das várias lesões oculares observadas, a blefarite associada à dermatite facial é a mais frequente. A queratoconjuntivite bilateral também é vulgar. Mais raramente foi observada uveite associada a edema da córnea com ou sem glaucoma.

    A glomerulonefrite é um aspecto clínico associado à deposição de imunocomplexos provocando proteinúria e levando à insuficiência renal. A insuficiÊncia renal é uma das principais causas de morte dos cães com leishmaniose.

    Cerca de 10% dos cães apresentam epistaxis resultante da inflamação e ulceração da mucosa nasal.

    A diarreia crónica do intestino grosso deriva de uma colite ulcerativa.

    Num estudo realizado por Evans et al (1996) foram observadas várias alterações externas e internas em cães doentes:
    a) fácies tristes, o animal não mostra a vivacidade habitual
    b) alterações no comportamento, animais geralmente agressivos tornam-se dóceis
    c) emagrecimento apesar do apetite permanecer normal
    d) atrofia dos músculos craneanos, pterigoideus e faciais que se traduz num envelhecimento precoce denominado “Cabeça de Velha”. Mais tarde ocorre emaciação da região dorsolombar que evolui para um estado final de caquexia
    e) aumento da espessura da pele; esta apresenta-se seca, dura, rugosa, com perda de elasticidade adquirindo o aspecto de “paquiderme”.
    f) soluções de continuidade a nível da pele
    g) dermatite furfurácea com distribuição localizada no bordo do pavilhão auricular, região periorbital e focinho
    h) ulcerações cutâneas nas articulações da parte superior dos membros e nas articulações carpo-metacarpiana e/ou tarso-metatarsica
    i) exulcerações que fácilmente sagram com localização na cabeça, no bordo do pavilhão auricular, região periorbital, focinho e nos membros (particularmente nas articulações)
    j) nódulos subcutâneos nas regiões dorsal, escapular, torácica e femoral
    k) alopécias localizadas inicialmente na cabeça, principalmente na região periorbital “aspecto de lunetas”, no focinho e pavilhões auriculares; posteriormente localizam-se no pescoço, tórax, tuberosidades ósseas e cauda
    l) lesões sem prurido
    m) pêlo desvitalizado, sem brilho, quebradiço
    n) conjuntivite muco purulenta ou purulenta
    o) onicogrifose (crescimento contínuo das unhas) acompanhado de hipersensibilidade das almofadas plantares e, por vezes, ocorrência de hiperqueratose
    p) epistaxis devida à acentuada trombocitopénia
    q) expansão das exulcerações às fosas nasais com lesão da mucosa com perda da integridade dos tecidos nasais
    r) úlceras na mucosa bucal na face interna dos lábios, bochechas ou gengivas
    s) adenopatia generalizada dos gânglios linfáticos, particularmente do poplíteo e préescapular; apresentam-se duros e indolores à palpação
    t) esplenomegalia com espessamento da cápsula e palidez da polpa vermelha. As alterações são inconstantes contrariamente à invasão parasitária que é sempre constante
    u) hepatomegalia
    v) presença de leishmanias nas amígdalas
    w) alterações irreversíveis a nível da medula óssea traduzidas por perda de consistência e de diferenciação entre a medula vermelha e amarela. Pode apresentar um aspecto difluente e hemorrágico
    x) todas as glândulas endócrinas (pituitária, tiroide, suprarenal, pãncreas, ovário e testículo) podem ser afectadas
    y) queratite com opacificação da córnea apresentando-se azulada com pequenas úlceras
    z) o pulmão e o encéfalo (embora raramente) podem apresentar formas parasitárias
    aa) nefrite e/ou glomerulonefrite
    bb) edemaciação da bexiga
    cc) a presença de leishmanias no sangue circulante é rara
    Num estudo efectuado no sul da Itália (Ciaramella et al, 1997) com 150 cães infectados naturalmente verificaram que a maioria dos animais infectados eram vadios, do sexo masculino, de tamanho médio, com idades compreendidas entre os três e os sete anos e vivendo ao ar livre. Além da sintomatologia descrita anteriormente, alguns animais apresentavam polidipsia, poliúria e granuloma do pénis.

    Tirado de: Maia C. 2002. Estudo das citocinas IL-4 e IFN-γ em murganhos (C57BL/6) infectados por Leishmania. Universidade Nova de Lisboa. Instituto de Higiene e Medicina Tropical. Tese de Mestrado.

  17. Cheira-me que vai ser um deja-vu 8) .

    Quanto a primeira afirmaçao vem num exelente artigo sobre a doença na revista Vientos e rastro e escrita por A.E.Ampuero e J.P.Juarez.

    A segunda e uma constataçao da realidade pois toda a gente fala nisso nesta zona sendo a zona de Birre/Bicesse quase um purgatorio para os caes.
    As teorias sao muitas desde a exploraçao de patos da quinta da marinha ate ao nº de cavalariças da zona.

  18. Pointerman escreveu:Cheira-me que vai ser um deja-vu 8) .

    Quanto a primeira afirmaçao vem num exelente artigo sobre a doença na revista Vientos e rastro e escrita por A.E.Ampuero e J.P.Juarez.

    A segunda e uma constataçao da realidade pois toda a gente fala nisso nesta zona sendo a zona de Birre/Bicesse quase um purgatorio para os caes.
    As teorias sao muitas desde a exploraçao de patos da quinta da marinha ate ao nº de cavalariças da zona.

    Talvez seja um deja-vu..... 😉 8)

    Mas volto a frisar, pois penso que seja importante e ainda muita gente, inclusive vets erram quando dizem que o flebotomo é um mosquito....

    Não é mosquito e tanto bioecologicamente como evolutivamente está muito mais proximo das moscas do que dos mosquitos.....

    Quanto à sua 1ª afirmação, não posso dizer que se trata de uma mentira (não sua, mas dos escritores que escreveram o artigo)......mas trabalho com entomologia há cerca de 11 anos (principalmente com mosquitos- e daí o meu nick) e nunca vi tal coisa escrita, nem falada por cientistas....

    Já noutros grupos de insectos (ordens), a preferência por côres existe de facto, como por exemplo nos insectos polinizadores, que são atraídos para o branco e amarelo.....

    Quanto à sua 2ª afirmação......infelizmente está tão disseminada, que não se pode falar em zonas que têm mais (principalmente em toda a linha de Oeiras/Cascais).....
    Eu moro em Carnaxide, e por aqui tb já é considerado um flagelo.....

    A minha familia é de Santarém e Torres Novas....e também por lá, é um flagelo há já muitos anos.....

    E pelo que dizem os meus colegas que estudam a leishmaniose, esta está disseminada por todo o país.......daí ser tão importante a prevenção.

    A prevenção pode ser feita de várias maneiras.....
    - Tal como disse o Pointerman, mantêr os cães dentro de casa ao anoitecer e amanhecer......mas não só, pois existem flebótomos a voar ao longo de todo o dia....
    - Usar coleiras e pipetas (spot on) repelentes nos cães......
    - Usar redes mosquiteiras finas (malha apertada) nas janelas.....
    - Ligar durante algum tempo, insecticidas dentro de casa (dos de corrente são os mais simples de actuar).....
    - Limpar áreas circundantes de matéria orgânica (o que estiver ao nosso alcance, claro)......como por ex: as cacas dos nossos canitos....

    E redobrar estas atitudes entre Março e Novembro em anos com Tªs ditas "normais" para o nosso país.

  19. LEISHMANIOSE:

    1) Introdução:

    É uma doença zoonótica, causado por protozoários do género Leishmania. Todas as formas de Leishmaniose são transmitidas por picada de insectos hematófagos (que se alimentam de sangue), da família Psychodidae, géneros Phlebotomus e Lutzomya, respectivamente no Velho e Novo Mundo.

    2) Ciclo de Vida da Leishmania sp.:

    Ao alimentar-se de sangue de que necessita para a maturação dos ovos, a fêmea do flebótomo, inocula as formas de infecção de Leishmania sp. que se denominam promastigotas metaciclicos, moveis, alongados. Estes são rapidamente fagocitados por macrófagos da pele (células do sist. Imunitário), onde se transformam em amastigotas, as únicas formas encontradas nos vertebrados parasitados (ex: homem, cão, gato, cavalo, etc.) por Leishmania sp. Passam por ciclos de multiplicação e invasão de novos macrofagos, até causarem a morte do hospedeiro, ou do parasita (no caso do homem). Este ciclo completa-se quando um flebótomo de uma espécie vectora faz uma refeição de sangue, ingerindo macrófagos com amastigotas (parasitados). Já dentro do flebótomo, o macrófago é digerido e os amastigotas são libertados, transformando-se no intestino médio do insecto em promastigotas (as formas infectantes para os vertebrados).

    Fig.1. Ciclo de vida da Leishmania sp.
    imagem indisponível

    3) O Vector:

    A- São insectos muito pequenos, acastanhados com antenas longas (em adulto), torax arqueado e revestido de sedas; asas com extremidade ponteaguda, coberta de sedas longas e finas.

    B- Classificação:

    Filo: Arthropoda
    Classe: Insecta
    Ordem: Díptera
    Sub-ordem: Nematocera
    Família: Psychodidae
    Sub-familia: Phlebotominae
    Géneros: Phlebotomus
    Lutzomyia

    C- O seu ciclo de vida/ Bioecologia:
    - Ovo:
    Vida terrestre, posturas em solos com alguma humidade e bastante matéria orgânica.
    - Larva:
    Vida terrestre, 4 estados de desenvolvimento, saprófaga e fitófaga.
    - Pupa:
    Vida terrestre, imóveis e fixos, não se alimentam
    - Adulto:
    Femeas hematófagas e fitófagas, vida aérea, duração máxima de 45 dias, locais de repouso- tocas dos roedores, locais escuros nas habitações, buracos e fendas nas paredes, coelheiras, galinheiros etc...., atividade crepuscular ou nocturna, parando entre 12-16ºC.

    Fig. 2- Ciclo de vida de Phlebotomus sp.
    imagem indisponível

    Bibliografia:

    - Abranches Pedro. Leishmanioses- epidemiologia e diagnóstico laboratorial.

    - Abranches P. e Pires, C. O Kala-azar em Portugal, IX. Ver. Port. Doenç. Inf. 3: 203-207, 1980.

    - Killick- Kendrick, R- Phlebotomine vectors of the leishmaniasis: a review. Med. Veter. Entomo. 4: 1-24, 1990.

    -Killick- Kendrick, R. – Biology and controlo of phlebotomine sand flies. Clin. In Dermatology., 17: 27-289, 1999.

    -Lane. R. P. – Sandflies (Phlebotominae). Medical Insects and Arachnids. Ed. R.P. Lane e R. W. Crosskey. Chapman & Hall, Londres: 78-119, 1993.

    - Pires, C. A. – Os flébotomos (Díptera, Psychodidae) dos focos zoonóticos de leishmanioses em Portugal. Tese de Doutoramento, 228 pp. Ed. do autor, 2000.

    Por Ana Catarina Alves.

  20. acho que as piores zonas são Alentejo , margem sul do Tejo . Nos outros pontos do país não sei qual são as zonas piores , os animais ao amanheçer e anoiteçer não devem dormir na rua ( altura pior )

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