Cãotinho do Labrador

Despiste de Displasia de Anca

Iniciado por Pineland - Alcides em 29 de janeiro de 2008 · 95 mensagens

Arquivo do fórum (2003–2018), só de leitura. As conversas continuam na comunidade.
  1. Bem..parece mal mas eu respondi não!
    Nunca fiz o teste e confesso que so uns meses depois de adquirir o rocky é que me informei melhor sobre esta doença.. Nem tenho informação de exames feitos aos ascendentes..

  2. Pineland - Alcides5 de março de 2008 · #42
    Hospital Animal do Sul escreveu:Caros amigos,
    O despiste de displasia da anca deve ser efectuado mesmo em cachorros filhos de pais isentos porque se sabe que podem surgir casos de displasia em até 10% dos cachorros filhos de pais livres desta patologia.

    Algumas linhas de pensamento chegam a dizer que essa porcentagem pode chegar ate a 24%.

    Hospital Animal do Sul escreveu:
    Aconselhamos um primeiro despiste provisório aos 6 meses porque nesta idade ainda se vai a tempo de tentar corrigir cirurgicamente esta patologia.

    Desculpe a observação, mas, não estarão sendo muito drásticos com a doença não?
    Acho complicado sedar um cão para fazer a chapa aos 6 meses de idade ainda mais ele não tendo nenhum sintoma da doença, apesar de que cães com displasia podem não ter os sintomas clássicos dela. Mesmo assim nada ainda é definitivo já que existirão ainda linhas de crescimento nos ossos e com isso tudo ainda se modificara.

    Sem falar que pra mim a cirurgia deve ser feita em último caso já que é bastante traumatica tanto para o cão como seu proprietário pelo tempo de recuperação.

    Acho muito válido o uso, claro que dependendo do caso, a fisioterapia de forma a fortalecer toda a musculatura traseira assim dando mais condições do cão ter vida mais normal.

  3. Possivelmente estarão a referir-se ao método penhip.

    Desde que o cachorro apresente sintomas deve-se fazer agora por sistema também considero desnecessário.

    A prioridade de qualquer dono relativamente às questões de displasia, deverá ser a escolha da linha de sangue do cachorro e nos depistes limpos (o mais possivel) tanto de ancendentes - pai, mãe avós, bisavós - como de parentes colaterais.

    o despsite com raio X aos 12 ou 18 meses deveria ser uma norma para as raças com mais propensão.

  4. Hospital Animal do Sul6 de março de 2008 · #44

    Caros amigos,

    Respondendo às questões levantadas:
    Em primeiro lugar, hoje em dia a sedação profunda em cachorros nem é arriscada, nem traumatizante.
    Em segundo lugar, se não detectarmos a tempo a existência de displasia as hipóteses de correção da anomalia são remotas. A correção cirúrgica através da sinfiodese ou osteotomia tripla só tem sucesso se fôr efectuada em cachorros jovens e sem grandes degenerescências articulares, ou seja, pacientes que ainda não apresentam sintomas.
    Em terceiro lugar, o pós operatório da osteotomia tripla ou da sinfiodese não é mais complicado que o de qualquer outra cirurgia. Saem a andar no dia seguinte ao da cirurgia! Em países como a Alemanha ou a Inglaterra é perfeitamente rotineira a realização destes despiste nos cachorros de raças propensas.
    O único senão poderá ser o custo da cirurgia, razão pela qual recomendamos para todos os animais que os proprietários façam um seguro de saúde desde o momento em que os adquiram.
    Para esclarecimentos complementares e para os mais interessados sugiro que leiam o que escrevemos sobre o tema na nossa página.
    Um abraço a todos

  5. Pineland - Alcides6 de março de 2008 · #45
    Hospital Animal do Sul escreveu:Caros amigos,

    Respondendo às questões levantadas:
    Em primeiro lugar, hoje em dia a sedação profunda em cachorros nem é arriscada, nem traumatizante.
    Em segundo lugar, se não detectarmos a tempo a existência de displasia as hipóteses de correção da anomalia são remotas. A correção cirúrgica através da sinfiodese ou osteotomia tripla só tem sucesso se fôr efectuada em cachorros jovens e sem grandes degenerescências articulares, ou seja, pacientes que ainda não apresentam sintomas.
    Em terceiro lugar, o pós operatório da osteotomia tripla ou da sinfiodese não é mais complicado que o de qualquer outra cirurgia. Saem a andar no dia seguinte ao da cirurgia! Em países como a Alemanha ou a Inglaterra é perfeitamente rotineira a realização destes despiste nos cachorros de raças propensas.
    O único senão poderá ser o custo da cirurgia, razão pela qual recomendamos para todos os animais que os proprietários façam um seguro de saúde desde o momento em que os adquiram.
    Para esclarecimentos complementares e para os mais interessados sugiro que leiam o que escrevemos sobre o tema na nossa página.
    Um abraço a todos

    Já tive cães que tiveram reação a anestesia quando foram fazer a chapa de displasia e foi bem feio ver a reação deles.

    Quanto a cirurgia, como leigo pergunto?
    - Existe risco do organismo do cão com o tempo rejeitar a protese?

    - Sendo a cirurgia feita em cães que ainda estão em fase de crescimento esse crescimento não fara desalinhar a protese?

    A pergunta é em especial ao Labrador já que passa a encorpar a partir dos 10 meses e assim aumentando a espessura ossea e alargando a estrutura.

  6. Hospital Animal do Sul7 de março de 2008 · #46

    Caro amigo Alcides Moraes e restantes intervenientes,
    Coloca-me no fundo 3 questões que passarei a tentar elucidar:
    1. Reacção à anestesia - Como já disse anteriormente as sedações profundas e as anestesias são hoje em dia seguras. Não quero dizer que sejam isentas de risco completamente, mas a vida é sempre um risco permanente, só que o risco que o cachorro corre é inferior ao que corre quando vem à rua passear(atropelamentos, dentadas de outros, quedas,doenças, etc.). Por outro lado, se não lhe fizer nada a tempo, ele vai passar um mau bocado em grande parte da sua vida.
    2. Haverá rejeição da prótese - Teoricamente poderá acontecer, na osteotomia tripla como em qualquer outra cirurgia que envolva implantes. Para seu descanso, aplicamos muitos implantes ósseos em cães e gatos e as ocorrências de alguma pequena rejeição, manifestada por dores tipo reumático, são raríssimas.
    3. Se o crescimento não fará desalinhar a prótese com o alargamento da anca - A prótese é uma placa que tem um ângulo de 30º precisamente para colocar a "parte de cima da anca" mais sobre a cabeça do fémur. Quando o animal "alarga" essa angulação mantém-se ou aumenta, dando por essa via um maior apoio ao fémur.

    A sua experiência com a anestesia dos seus cachorros não foi saudável e correu mal ou porque Vexa não estava preparado para ver os bichos a adormecerem ou porque algo correu mal com as doses ou produtos aplicados. Por hábito nunca anestesio animais em frente aos donos para se evitarem problemas, que já me aconteceram, entre outros, os proprietários desmaiarem.
    Um abraço a todos e não se esqueçam que os donos são os primeiros responsaveis pela saúde e bem-estar dos seus animais

  7. Hospital Animal do Sul escreveu:Caros amigos,
    O despiste de displasia da anca deve ser efectuado mesmo em cachorros filhos de pais isentos porque se sabe que podem surgir casos de displasia em até 10% dos cachorros filhos de pais livres desta patologia.
    Aconselhamos um primeiro despiste provisório aos 6 meses porque nesta idade ainda se vai a tempo de tentar corrigir cirurgicamente esta patologia.
    O despiste de displasia definitivo só poderá ser efectuado entre os 18 e os 24 meses de idade, dependendo da raça.
    Cumprimentos

    Interessante!

    O "Guia do Criador", disponível a todos no site do CPC e elaborado pela APMVAC, diz:

    (...) Qual a importância de radiografar o meu animal?

    Não existe nenhum teste genético para despistar um animal portador de genes para a displasia da anca. O exame radiográfico, é hoje em dia considerado o meio de diagnóstico que melhor permite despistar os animais que não tendo sinais clínicos de displasia da anca têm no entanto lesões compatíveis com a doença, sendo essas lesões um marcador da presença de genes para a doença.
    Os animais devem ser radiografados aos 12 meses para raças médias e grandes e 18meses raças gigantes. O Rottweiller sendo uma raça grande deve ser radiografado aos 18 meses. A partir dos 5-6 anos de idade a avaliação torna-se mais difícil uma vez que podem existir lesões de artrose não relacionadas com displasia da anca. Por isso, para efeitos de despiste de displasia da anca dever-se-á evitar submeter radiografias de
    animais a partir desta idade. (...)

    http://www.cpc.pt/registos/displasia/guia_criador.pdf

    Sobre as anestesias e a presença do dono aquando da aplicação da mesma num cão seu, em primeiro, certifio-me sempre do tipo de anestesia que será administrada, em segundo, nenhum cão meu adormece ou acorda sem que eu esteja presente.

  8. Pineland - Alcides10 de março de 2008 · #48
    Hospital Animal do Sul escreveu:Caro amigo Alcides Moraes e restantes intervenientes,
    Coloca-me no fundo 3 questões que passarei a tentar elucidar:
    1. Reacção à anestesia - Como já disse anteriormente as sedações profundas e as anestesias são hoje em dia seguras. Não quero dizer que sejam isentas de risco completamente, mas a vida é sempre um risco permanente, só que o risco que o cachorro corre é inferior ao que corre quando vem à rua passear(atropelamentos, dentadas de outros, quedas,doenças, etc.). Por outro lado, se não lhe fizer nada a tempo, ele vai passar um mau bocado em grande parte da sua vida.
    2. Haverá rejeição da prótese - Teoricamente poderá acontecer, na osteotomia tripla como em qualquer outra cirurgia que envolva implantes. Para seu descanso, aplicamos muitos implantes ósseos em cães e gatos e as ocorrências de alguma pequena rejeição, manifestada por dores tipo reumático, são raríssimas.
    3. Se o crescimento não fará desalinhar a prótese com o alargamento da anca - A prótese é uma placa que tem um ângulo de 30º precisamente para colocar a "parte de cima da anca" mais sobre a cabeça do fémur. Quando o animal "alarga" essa angulação mantém-se ou aumenta, dando por essa via um maior apoio ao fémur.

    Obrigado pela resposta, mas gostaria de fazer algumas considerações que na minha opinião já deviam ter sido colocadas na 1ª postagem.

    Viver por sí só já é um risco, não só pra nós como tb aos cães. Mas o ideal é que sempre se saiba abertamente tudo, ou quase tudo que se possa saber.
    Daí a necessidade de quando se fala em cirurgia, os riscos da cirurgia em sí (anestesia, rejeição, recuperação) devem ser mencionados. Apesar da incidencia ser pequena, podem existir e isso deve ser deixado, na minha forma de pensar, bem claro ao proprietário já que como vc mesmo disse ele é o responsável pela saúde e bem-estar dos seus animais, mas caberá a ele a decisão e para que essa decisão seja tomada, já que podem ser consequencias negativas ou positivas, ele deve estar muito bem informado para que possa decidir.

    Hospital Animal do Sul escreveu:A sua experiência com a anestesia dos seus cachorros não foi saudável e correu mal ou porque Vexa não estava preparado para ver os bichos a adormecerem ou porque algo correu mal com as doses ou produtos aplicados. Por hábito nunca anestesio animais em frente aos donos para se evitarem problemas, que já me aconteceram, entre outros, os proprietários desmaiarem.
    Um abraço a todos e não se esqueçam que os donos são os primeiros responsaveis pela saúde e bem-estar dos seus animais

    Não discordo do que vc disse, mas como se referiu a mim na postagem gostaria de lhe dizer que sendo criador da raça como sou a já alguns anos, mesmo tendo passado muitas alegrias, tb já passei por muitos dissabores pq criar não é "só flores". Com isso, nessa situação em especial, já estando muito bem informado quanto eu estava digamos que foi vivênciada de uma forma "normal" por mim, mas não seria com certeza a um proprietário que não tivesse a vivencia e as informações que eu tive. Portanto, todo o procedimento que exija anestesia eu já tenho a informação do que pode vir a acontecer e sei o que pode me esperar.

    Com relação ao que está em negrito, cada pessoa tem o seu método de trabalho e não posso criticar isso. Só que pra mim ele não serviria. Todo e qualquer procedimento veterinário em meus cães, e não são poucos cães, tem sempre a minha presença ou a presença da minha irmã. E essa presença não é de forma nenhuma por desconfiança ao trabalho do meu veterinário e sim para que meus cães saibam ou sintam que mesmo nas horas ruins estamos ao lado deles.

    Portanto, pra que joga a responsabilidade do bem-estar dos animais em cima dos proprietários, podia muito bem lidar mais humanamente com as situações não apenas informando que tudo é muito simples, corriqueiro mas não deixando de fazer a ressalva de fazer um plano de saúde já que os procedimentos são caros.

  9. Hospital Animal do Sul10 de março de 2008 · #49

    Caros amigos, em especial Sr. Alcides Moraes e Sr.ª D.ªMaria João,
    Não pretendo criar polémica ou modificar filosofias de vida, posso no entanto adiantar:
    Quanto a anestesiar-se ou sedar-se um animal em frente aos proprietários:
    Quem me conhece sabe que vim para esta profissão por gosto e que o meu trato com os proprietários dos animais é o mais humano e compreensivo possível. Mas, o anestesiar ou sedar um animal em frente aos proprietários trás mais problemas e stress ao binómio animal/dono do que o facto do Médico Veterinário ficar sózinho com o paciente. Estamos a falar, após o exame geral de saúde do cachorro, realizado em frente do dono, de poucos minutos! Não é à toa que nos hospitais pediátricos os miúdos não são anestesiados em frente aos pais... nós clínicos, sabemos bem quanto é vantajoso que assim seja, pois reconhecemos que a maioria dos nossos companheiros são como que filhos para os proprietários. O animal, como as crianças, sentem o nervosismo dos donos/pais e, ficando nervosos tornam o acto anestésico mais difícil do que o expectável. Acho que mereço o benefício da dúvida, alicerçado em mais de 30 anos de experiência como médico veterinário.
    Não sei se o amigo Alcides falou no seguro de saúde de forma crítica, mas , como é óbvio a única pessoa que pode beneficiar deste tipo de seguro é o proprietário e o próprio paciente, já que o médico veterinário ou a estrutura onde este exerça nada pode ter a ver com a companhia de seguros escolhida pelo cliente, por questões deontológicas e legais.
    Para completo esclarecimento, informo Vexas que dou assistência clínica gratuita e, por vezes medicamentosas, a um Canil de animais abandonados.
    Dou por terminado o esclarecimento sobre este tema.
    Um grande abraço a todos deste Algarve solarengo e de boas praias.

  10. Falei c a Vet e ela disse q independentemente da ração q se o cao fosse dela, e dependendo tb do bolso de cd um ela dava o medicamento q falei como prevenção da displasia.

    A partir dos 6 meses ate aos 12/13 meses...

    Em principio vou dar tb 🙂

  11. DAniela depois manda pm com o nome do medicamento!

  12. Pineland - Alcides10 de março de 2008 · #52
    Hospital Animal do Sul escreveu:Caros amigos, em especial Sr. Alcides Moraes e Sr.ª D.ªMaria João,
    Não pretendo criar polémica ou modificar filosofias de vida, posso no entanto adiantar:
    Quanto a anestesiar-se ou sedar-se um animal em frente aos proprietários:
    Quem me conhece sabe que vim para esta profissão por gosto e que o meu trato com os proprietários dos animais é o mais humano e compreensivo possível. Mas, o anestesiar ou sedar um animal em frente aos proprietários trás mais problemas e stress ao binómio animal/dono do que o facto do Médico Veterinário ficar sózinho com o paciente. Estamos a falar, após o exame geral de saúde do cachorro, realizado em frente do dono, de poucos minutos! Não é à toa que nos hospitais pediátricos os miúdos não são anestesiados em frente aos pais... nós clínicos, sabemos bem quanto é vantajoso que assim seja, pois reconhecemos que a maioria dos nossos companheiros são como que filhos para os proprietários. O animal, como as crianças, sentem o nervosismo dos donos/pais e, ficando nervosos tornam o acto anestésico mais difícil do que o expectável. Acho que mereço o benefício da dúvida, alicerçado em mais de 30 anos de experiência como médico veterinário.
    Não sei se o amigo Alcides falou no seguro de saúde de forma crítica, mas , como é óbvio a única pessoa que pode beneficiar deste tipo de seguro é o proprietário e o próprio paciente, já que o médico veterinário ou a estrutura onde este exerça nada pode ter a ver com a companhia de seguros escolhida pelo cliente, por questões deontológicas e legais.
    Para completo esclarecimento, informo Vexas que dou assistência clínica gratuita e, por vezes medicamentosas, a um Canil de animais abandonados.
    Dou por terminado o esclarecimento sobre este tema.
    Um grande abraço a todos deste Algarve solarengo e de boas praias.

    Realmente vc está certo. Não se deve discutir métodos de trabalho de um profissional. Temos a escolha de aceitar ou não e sendo assim buscar outro que trabalhe do modo que achamos coerente. Pra mim, ele não serviria já que penso de forma totalmente diferente.

    O meu tom de crítica tb é verdadeiro, mas não apenas sobre o plano de saude, mas a postagem toda em si.
    Acho que se postagem fosse falada numa roda de bar, tomando um choppinho como dizemos aqui, acho compreensivel, mas num Forum onde as pessoas buscam informações e noções de aprendizado ela deixou muitas entrelinhas sem serem ditas tais como a reação a anestesia, que pode acontecer, mas numa ocorrencia baixa, rejeição da protese, que tb pode ocorrer, mas numa incidencia baixa, e a própria menção ao plano de saúde já que com toda a certeza existira uma carencia a esse tipo de cirurgia caso o plano seja contratado para ser feita essa cirurgia.

    Portanto a crítica é pelo fato de que pessoas que tem um conhecimento ao postar, devem postar de modo a informar o máximo possível seja a parte boa, como tb a parte ruim, pq nem todos aqui tem a obrigação de saber tudo e assim as informações ao serem passadas devem ser muito bem explicadas

  13. o meu cão já tem bem mais que 12 meses e nc fiz o teste, mas gostaria de saber que sintomas tem um cão com desplasia ou com tendência para a ter?

  14. Guinjas,

    Basta ler o topico desde o seu inicio...

  15. Retomando este assunto, quem já fez ou tenciona fazer despiste de displasia aos seus cães?

  16. Olá...

    O meu lab tem 3 meses e ainda estou hesitando, não sei se faça o despiste!
    No entanto, no outro dia fui ao vet, às vacinas, e o Boogie voltou a colocar-se na sua posição favorita: de barriga para baixo, todo "aberto", ou seja: com as patas de trás abertas, mais parecia estar a fazer a esparregata! Não sei se me estou a explicar bem...

    Comentei com o vet: "espero que isto não seja sinal de displasia da anca"... a resposta foi: "eu também".

    Ora bolas... parece que sabia menos que eu!! LOL
    Acredito que seja demasiado precoce para ser ver sinais/sintomas. Já tive outros cães, outras raças, e em cachorros todos gostavam de se colocar assim, de barriga para baixo, por isso não quero pensar que seja já sinal de displasia..

    Mas... alguém mais experiente com cães de grande porte, que me possa esclarecer ou tranquilizar, em relação a esta posição que o cão adora??

    Obrigado

  17. Pineland - Alcides28 de março de 2009 · #57
    sorcha escreveu:Olá...

    O meu lab tem 3 meses e ainda estou hesitando, não sei se faça o despiste!
    No entanto, no outro dia fui ao vet, às vacinas, e o Boogie voltou a colocar-se na sua posição favorita: de barriga para baixo, todo "aberto", ou seja: com as patas de trás abertas, mais parecia estar a fazer a esparregata! Não sei se me estou a explicar bem...

    Comentei com o vet: "espero que isto não seja sinal de displasia da anca"... a resposta foi: "eu também".

    Ora bolas... parece que sabia menos que eu!! LOL
    Acredito que seja demasiado precoce para ser ver sinais/sintomas. Já tive outros cães, outras raças, e em cachorros todos gostavam de se colocar assim, de barriga para baixo, por isso não quero pensar que seja já sinal de displasia..

    Mas... alguém mais experiente com cães de grande porte, que me possa esclarecer ou tranquilizar, em relação a esta posição que o cão adora??

    Obrigado

    A crendice popular diz que o cão que deita dessa forma não tem displasia.
    Só que o meu Ully que é grau E em dias de muito calor tb deita assim.
    Portanto a única forma de se saber se o cão tem ou não displasia é fazendo a radiografia

  18. Eu cá tou muito deprimida 🙁
    O meu Noah agora está numa escolinha de obediência e quando corre muito fica de tal maneira cansado que se deita no chão sem força nas patas e não se levanta. Passados alguns minutos já tá ele como se nada fosse. O treinador achou estranho e pediu-nos para fazermos o exame de displasia. Falando com a vet dele ela examinou as patas e também ela acha que poderá ser displasia. Ele vai amanhã fazer o exame.
    Escusado será dizer que estou muito mal só de imaginar tamanha desgraça. Não porque ele perderá a hipótese de treinar e ir a campeonatos de obediência mas sim porque o amo de paixão e não quero que ele sofra.....
    Vamos ver como corre amanhã. Deus queira que não dê nada.....
    Beijos
    Vera

  19. Pineland - Alcides15 de abril de 2009 · #59

    Olá Vera,
    Não sofra por antecedência.
    Isso pode estar acontecendo com ele por estar sem preparo físico para muita correria.

  20. Olá Vera.

    O Noah tem que idade? E quais são as patas? As anteriores ou as posteriores?

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