A doação de cães adultos/séniores por parte dos Criadores.
Iniciado por Crustie em 13 de março de 2008 · 40 mensagens
- nafigueiredo18 de março de 2008 · #21
Para mim é muito simples:
Um criador que viva e dependa financeiramente da criação de cães, deve (decisão economica mais racional) doar / vender os cães adultos. Aceito esta opção e não a critico.
O criador que não necessite da criação para sobreviver e apenas o faça por paixão pela raça, jamais doará ou venderá um "amigo fiel" de vários anos.
- mosquito18 de março de 2008 · #22
Pineland - Alcides escreveu:
Catarina, veja bem, acho que está sendo um pouco precipitada na sua conclusão. O fato do cão estar no canil não quer dizer que ele está lá abandonado e jogado a sua própria sorte e por causa disso não se cria vinculo com eles sendo assim mais fácil doa-los.
Eu não disse isso Alcides.
O que acho, é que é normal que se criem mais laços de afectividade com os cães que vivem conosco o dia-a-dia do que com os que estão confinados aos canis.....
No ano passado, por ex; houve um certo criador Português que deu a maioria dos seus cães....deu a qq. um...e às vezes ainda impingia mais outro cão a quem levasse só um.....
Pois bem: neste caso, não me espanta que não lhe tenha custado......os cães são "resmas".....já tendo passado em muito, o nº aceitável e possivel de "pets"......os cães viviam em canil e nem sequer o nome sabia de grande parte deles......Neste caso, penso que os cães que tiveram a sorte de ir para boas familias, ficaram muito melhor do que estavam.....pois por mais empregados para tratarem deles que tenham....estes cães nunca teriam a atenção e cuidados que deveriam ter.
- Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #23
nafigueiredo escreveu:Para mim é muito simples:
Um criador que viva e dependa financeiramente da criação de cães, deve (decisão economica mais racional) doar / vender os cães adultos. Aceito esta opção e não a critico.
O criador que não necessite da criação para sobreviver e apenas o faça por paixão pela raça, jamais doará ou venderá um "amigo fiel" de vários anos.
Veja bem, mesmo que o criador não necessite da criação para sobreviver, essa criação gera despesas. Despesas essas maiores que a do criador que depende da criação para viver.
Só que tudo funciona bem quando existe equilibrio. O criador com o seu trabalho consegue viver da forma digna e sustenta a sua paixão. Se houver um desiquilíbrio alguma coisa já vai passar a não ficar bem.
Vamos pensar numa situação extrema. O criador planeja uma ninhada e sabe que pode arcar com a despesa de mais um filhote no plantel do canil mantendo assim o equilíbrio entre a sua receita e as suas despesas. A ninhada nasce, se desenvolve e o criador vê que existe 1 macho e 1 fêmea espetaculares mas ele só tem espaço e dinheiro para arcar com as despesas de mais um.
Como se resolve uma situação como essa? - Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #24
mosquito escreveu:
Pineland - Alcides escreveu:
Catarina, veja bem, acho que está sendo um pouco precipitada na sua conclusão. O fato do cão estar no canil não quer dizer que ele está lá abandonado e jogado a sua própria sorte e por causa disso não se cria vinculo com eles sendo assim mais fácil doa-los.
Eu não disse isso Alcides.
O que acho, é que é normal que se criem mais laços de afectividade com os cães que vivem conosco o dia-a-dia do que com os que estão confinados aos canis.....
Veja bem, isso depende muito. Aqui em casa por exemplo minha mulher passa mais tempo no canil do que dentro de casa durante o dia, assim como tb tem a minha presença nos períodos que o meu trabalho permite e sendo final de semana que não estamos viajando e quando isso acontece dificilmente viajamos todos tem a nossa presença como tb da minha irmã e meu cunhado.
Os cães não ficam só na mão dos empregados.mosquito escreveu:
No ano passado, por ex; houve um certo criador Português que deu a maioria dos seus cães....deu a qq. um...e às vezes ainda impingia mais outro cão a quem levasse só um.....
Pois bem: neste caso, não me espanta que não lhe tenha custado......os cães são "resmas".....já tendo passado em muito, o nº aceitável e possivel de "pets"......os cães viviam em canil e nem sequer o nome sabia de grande parte deles......Neste caso, penso que os cães que tiveram a sorte de ir para boas familias, ficaram muito melhor do que estavam.....pois por mais empregados para tratarem deles que tenham....estes cães nunca teriam a atenção e cuidados que deveriam ter.
Com esse exemplo que citou desse criador portugues, na minha opinião, a 3ª hipotese da sua postagem anterior deveria ter sido dividida em 2, já que eu tb me encaixo na opção 3, mas a coisa aqui não funciona como esse criador fez.
- mosquito18 de março de 2008 · #25
Pineland - Alcides escreveu: A ninhada nasce, se desenvolve e o criador vê que existe 1 macho e 1 fêmea espetaculares mas ele só tem espaço e dinheiro para arcar com as despesas de mais um.
Como se resolve uma situação como essa?Só fica mesmo com mais um.
Nunca me passaria pela cabeça "despachar" um cão velho pq dá despeza e ocupa espaço para ficar com mais um cachorro.....
- mosquito18 de março de 2008 · #26
Pineland - Alcides escreveu:
Com esse exemplo que citou desse criador portugues, na minha opinião, a 3ª hipotese da sua postagem anterior deveria ter sido dividida em 2, já que eu tb me encaixo na opção 3, mas a coisa aqui não funciona como esse criador fez.
Por isso eu frisei que existem criadores que têm cuidado em escolher as futuras familias para os seus cães......e não posso condenar que assim o faça, embora não me parece que eu o fizesse......
De qq. maneira, não estou a condenar quem o faça......eu apenas não o conseguiria fazer!
- Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #27
mosquito escreveu:
Pineland - Alcides escreveu: A ninhada nasce, se desenvolve e o criador vê que existe 1 macho e 1 fêmea espetaculares mas ele só tem espaço e dinheiro para arcar com as despesas de mais um.
Como se resolve uma situação como essa?Só fica mesmo com mais um.
Nunca me passaria pela cabeça "despachar" um cão velho pq dá despeza e ocupa espaço para ficar com mais um cachorro.....
Sendo essa a sua forma de pensar aceito. Mas na minha opinião sendo tomada essa decisão foi perdido o sentido da criação já que decisão foi por amor a 1 "indivíduo" em detrimento de todo o aprimoramento da raça.
Nesse exato momento vc deixa de ser criador para ser proprietário de cão e é exatamente essa decisão que faz com que criadores percam a sua linha de criação.A obrigação de manter e aprimorar o legado de uma raça é do criador e não do proprietário de cão. Cabe ao proprietário usufruir da raça.
Por isso criar não é fácil e não é pra qualquer um já nem sempre pode-se tomar as decisões que o coração indica.Quanto a "despachar um cão velho" é vc que está dizendo isso.
A minha solução seria outra. - mosquito18 de março de 2008 · #28
Pineland - Alcides escreveu:Sendo essa a sua forma de pensar aceito. Mas na minha opinião sendo tomada essa decisão foi perdido o sentido da criação já que decisão foi por amor a 1 "indivíduo" em detrimento de todo o aprimoramento da raça.
Nesse exato momento vc deixa de ser criador para ser proprietário de cão e é exatamente essa decisão que faz com que criadores percam a sua linha de criação.A obrigação de manter e aprimorar o legado de uma raça é do criador e não do proprietário de cão. Cabe ao proprietário usufruir da raça.
Por isso criar não é fácil e não é pra qualquer um já nem sempre pode-se tomar as decisões que o coração indica.Quanto a "despachar um cão velho" é vc que está dizendo isso.
A minha solução seria outra.Para mim, um criador deve ser antes de criador , um "dono"....
Estamos a lidar com seres vivos, carentes de afeição, de mimos, de cuidados......e não com plantas (e até com estas, há quem seja da opinião que sentem e se desenvolvem de maneira diferente se são acarinhadas ou apenas tratadas)......Para mim, um "dono" é capaz de se aperceber de certas caracteristicas (principalmente comportamentais) que só um dono que convive dia-a-dia, que acarinha, etc é que se apercebe......enquanto um criador que apenas é criador, por não passar por estas "melguices" não se apercebe.....
E já agora......o que acontece aos seus cães quando envelhecem?
Pineland - Alcides escreveu:
nafigueiredo escreveu:Para mim é muito simples:
Um criador que viva e dependa financeiramente da criação de cães, deve (decisão economica mais racional) doar / vender os cães adultos. Aceito esta opção e não a critico.
O criador que não necessite da criação para sobreviver e apenas o faça por paixão pela raça, jamais doará ou venderá um "amigo fiel" de vários anos.
Veja bem, mesmo que o criador não necessite da criação para sobreviver, essa criação gera despesas. Despesas essas maiores que a do criador que depende da criação para viver.
Só que tudo funciona bem quando existe equilibrio. O criador com o seu trabalho consegue viver da forma digna e sustenta a sua paixão. Se houver um desiquilíbrio alguma coisa já vai passar a não ficar bem.
Vamos pensar numa situação extrema. O criador planeja uma ninhada e sabe que pode arcar com a despesa de mais um filhote no plantel do canil mantendo assim o equilíbrio entre a sua receita e as suas despesas. A ninhada nasce, se desenvolve e o criador vê que existe 1 macho e 1 fêmea espetaculares mas ele só tem espaço e dinheiro para arcar com as despesas de mais um.
Como se resolve uma situação como essa?Situação 1 - Como vejo e aceito a criação só como um hobby, dentro do meu conceito (e de muitos criadores do nosso país) isto nunca se passaria. A fonte de rendimento do criador é o seu trabalho como profissional de qq outra coisa pelo que nunca se gerariam situações destas visto que não depende da criação para viver.
Esta visão para mim já é economicista e deixa de se inserir dentro do meu padrão de cirador! um hobby nunca é uma fonte de rendimento, muito pelo contrário!
Relativamente à segunda situação, se bem percebi, nunca ficaria com os 2 cachorros e nunca "sacrificaria" um cão mais velho em prol de um destes dois. Possivelmente optaria pela macho e daria a fémea a alguém da minha confiança, nem que fosse em co-propriedade
- mosquito18 de março de 2008 · #30
Bark escreveu:
Possivelmente optaria pela macho e daria a fémea a alguém da minha confiança, nem que fosse em co-propriedadeProvavelmente eu optaria pelo contrário.....ficaria com uma fêmea e colocaria o macho em alguem de confiança como co-propriedade....
mosquito escreveu:
Bark escreveu:
Possivelmente optaria pela macho e daria a fémea a alguém da minha confiança, nem que fosse em co-propriedadeProvavelmente eu optaria pelo contrário.....ficaria com uma fêmea e colocaria o macho em alguem de confiança como co-propriedade....
:lol Eu falei em macho pois este não vai gerar mais ninhadas (despesa) no meu terreno. Pode sempre melhorar o meu plantel, desde que seja bem utilizado, sem que as despesas de uma ninhada sejam por minha conta.
- mosquito18 de março de 2008 · #32
Bark escreveu:
mosquito escreveu:
Bark escreveu:
Possivelmente optaria pela macho e daria a fémea a alguém da minha confiança, nem que fosse em co-propriedadeProvavelmente eu optaria pelo contrário.....ficaria com uma fêmea e colocaria o macho em alguem de confiança como co-propriedade....
:lol Eu falei em macho pois este não vai gerar mais ninhadas (despesa) no meu terreno. Pode sempre melhorar o meu plantel, desde que seja bem utilizado, sem que as despesas de uma ninhada sejam por minha conta.
Não se esqueça João, que convém que as ninhadas saiam com o nosso afixo....logo, a cadela terá que estar em nosso nome......
E mais vale uma cadela parir em nossa casa, pois apesar das despesas, estamos mais habituados aos partos, ao cuidar da ninhada, etc......e não estou a ver cá em Portugal, alguem que tenha uma cadela sua, deixá-la ir passar uns tempos, fora de casa.....
- Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #33
Bark escreveu:
Pineland - Alcides escreveu:
nafigueiredo escreveu:Para mim é muito simples:
Um criador que viva e dependa financeiramente da criação de cães, deve (decisão economica mais racional) doar / vender os cães adultos. Aceito esta opção e não a critico.
O criador que não necessite da criação para sobreviver e apenas o faça por paixão pela raça, jamais doará ou venderá um "amigo fiel" de vários anos.
Veja bem, mesmo que o criador não necessite da criação para sobreviver, essa criação gera despesas. Despesas essas maiores que a do criador que depende da criação para viver.
Só que tudo funciona bem quando existe equilibrio. O criador com o seu trabalho consegue viver da forma digna e sustenta a sua paixão. Se houver um desiquilíbrio alguma coisa já vai passar a não ficar bem.
Vamos pensar numa situação extrema. O criador planeja uma ninhada e sabe que pode arcar com a despesa de mais um filhote no plantel do canil mantendo assim o equilíbrio entre a sua receita e as suas despesas. A ninhada nasce, se desenvolve e o criador vê que existe 1 macho e 1 fêmea espetaculares mas ele só tem espaço e dinheiro para arcar com as despesas de mais um.
Como se resolve uma situação como essa?Situação 1 - Como vejo e aceito a criação só como um hobby, dentro do meu conceito (e de muitos criadores do nosso país) isto nunca se passaria. A fonte de rendimento do criador é o seu trabalho como profissional de qq outra coisa pelo que nunca se gerariam situações destas visto que não depende da criação para viver.
Esta visão para mim já é economicista e deixa de se inserir dentro do meu padrão de cirador! um hobby nunca é uma fonte de rendimento, muito pelo contrário!
Concordo plemanente com vc. Só que todos nós estamos a sorte de imprevistos. Como fica um criador que perde o rendimento de seu trabalho e é esse trabalho que sustenta o seu hobby? Como fica o criador quando o seu hobby sofre algum imprevisto gerando despesas que podem comprometer o seu orçamento financeiro de casa?
Viver não é só colher flores. Será que o caixa do banco ao levar as suas contas para pagar autenticará elas como pagas se o criador disser que não tem dinheiro pq gastou demais numa internação de um de seus cães?
Infelizmente João, o dinheiro ronda a nossa volta.Bark escreveu:
Relativamente à segunda situação, se bem percebi, nunca ficaria com os 2 cachorros e nunca "sacrificaria" um cão mais velho em prol de um destes dois. Possivelmente optaria pela macho e daria a fémea a alguém da minha confiança, nem que fosse em co-propriedadeDesculpe João, aqui vc está tomando a decisão errada. Basta ver que os criadores tem sempre uma quantidade de fêmeas maior do que de machos, sendo que alguns, nem machos tem.
Saí mais barato vc comprar a cobertura de um macho de um outro canil que tenha a linha que vc quer do que manter um macho dentro do seu canil.
Portanto, a fêmea ficaria e o macho seria dado em co-propriedade a alguem de confiança. Essa seria a decisão correta.Outra coisa quem falou no ato de se desfazer de cães velhos foi a Catarina e não eu.
- Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #34
mosquito escreveu:
Bark escreveu:
mosquito escreveu:
Bark escreveu:
Possivelmente optaria pela macho e daria a fémea a alguém da minha confiança, nem que fosse em co-propriedadeProvavelmente eu optaria pelo contrário.....ficaria com uma fêmea e colocaria o macho em alguem de confiança como co-propriedade....
:lol Eu falei em macho pois este não vai gerar mais ninhadas (despesa) no meu terreno. Pode sempre melhorar o meu plantel, desde que seja bem utilizado, sem que as despesas de uma ninhada sejam por minha conta.
Não se esqueça João, que convém que as ninhadas saiam com o nosso afixo....logo, a cadela terá que estar em nosso nome......
E mais vale uma cadela parir em nossa casa, pois apesar das despesas, estamos mais habituados aos partos, ao cuidar da ninhada, etc......e não estou a ver cá em Portugal, alguem que tenha uma cadela sua, deixá-la ir passar uns tempos, fora de casa.....
Catarina, só fazendo um aparte dentro do que vc disse, não sei como é aí, mas aqui no Brasil a co-propriedade de uma cadela não faria no caso de uma ninhada perder o afixo. Bastaria o nome do criador vir 1º na propriedade. Assim como, a doação sendo feita a uma pessoa de confiança, ela estaria sabendo da qualidade do cão que estava recebendo e o pedigree desse cão poderia permancer no poder do criador.
Portanto concordo plenamente com tudo o que vc disse só acrescentaria o aparte que fiz.
Aproveitando essa postagem para lhe responder a pergunta que me fez numa postagem anterior, lhe respondo que os meus velhos vem pra dentro da minha casa, já que não mais estarão representando a raça e podem assim ser humanizados.
- casadotrevo18 de março de 2008 · #35
Aqui uma cadela em co-propriedade só produz cachorros do afixo se este afixo estiver em co-propriedade.
- mosquito18 de março de 2008 · #36
mosquito escreveu:
Pineland - Alcides escreveu:
Quanto a "despachar um cão velho" é vc que está dizendo isso.
A minha solução seria outra.E já agora......o que acontece aos seus cães quando envelhecem?
Exacto, Alcides....fui eu que usei esse termo, referindo-me ao "dar", "arranjar novos donos", "eutanasiar", etc....todos estes termos, para mim, se aplicados a cães velhos significam o mesmo que "despachar".....
E novamento lhe pergunto: o que acontece aos seus cães qd envelhecem?
- Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #37
mosquito escreveu:
mosquito escreveu:
Pineland - Alcides escreveu:
Quanto a "despachar um cão velho" é vc que está dizendo isso.
A minha solução seria outra.E já agora......o que acontece aos seus cães quando envelhecem?
Exacto, Alcides....fui eu que usei esse termo, referindo-me ao "dar", "arranjar novos donos", "eutanasiar", etc....todos estes termos, para mim, se aplicados a cães velhos significam o mesmo que "despachar".....
E novamento lhe pergunto: o que acontece aos seus cães qd envelhecem?
Catarina,
Eu já respondi a essa pergunta. A resposta está na postagem acima da postagem do Diamantino. - Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #38
casadotrevo escreveu:Aqui uma cadela em co-propriedade só produz cachorros do afixo se este afixo estiver em co-propriedade.
Aqui no Brasil quando se registra um cão a propriedade não é pelo afixo e sim pelo proprietário de afixo.
Então uma cadela em co-propriedade estara no nome do proprietário do afixo A e no nome do propreitário do afixo B.
Essa cadela gerando ninhadas a ninhada será registrada no nome do proprietário do afixo onde a ninhada nasceu. E a co-propriedade não atinge a ninhada salvo aja acordo entre os proprietários - mosquito18 de março de 2008 · #39
Pineland - Alcides escreveu:
mosquito escreveu:
mosquito escreveu:
Pineland - Alcides escreveu:
Quanto a "despachar um cão velho" é vc que está dizendo isso.
A minha solução seria outra.E já agora......o que acontece aos seus cães quando envelhecem?
Exacto, Alcides....fui eu que usei esse termo, referindo-me ao "dar", "arranjar novos donos", "eutanasiar", etc....todos estes termos, para mim, se aplicados a cães velhos significam o mesmo que "despachar".....
E novamento lhe pergunto: o que acontece aos seus cães qd envelhecem?
Catarina,
Eu já respondi a essa pergunta. A resposta está na postagem acima da postagem do Diamantino.Ok Alcides....houve um lapso de tempo e qd postei, já o Alcides tinha respondido.
- Pineland - Alcides18 de março de 2008 · #40
mosquito escreveu:Ok Alcides....houve um lapso de tempo e qd postei, já o Alcides tinha respondido.
Sem problema Catarina. Situação normal num forum bem dinamizado.
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